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Evandro José Coelho do Amaral

Evandro José Coelho do Amaral, Licenciado em Administração Pública pelo INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E RELAÇÕES INTERNACIONAIS (CIS).

Evandro José Coelho do Amaral, Licenciado em Administração Pública pelo INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E RELAÇÕES INTERNACIONAIS (CIS).

Evandro José Coelho do Amaral

23
Set18

COMO ACABAR COM A DELINQUÊNCIA, FOME, DESEMPREGO … EM ANGOLA?


Evandro José Coelho do Amaral

COMO ACABAR COM A DELINQUÊNCIA, FOME, DESEMPREGO … EM ANGOLA?

HOW TO END WITH THE DELINQUENCY, HUNGER, UNEMPLOYMENT ... IN ANGOLA?

NewPaper nº 68/2018

 

Amaral, Evandro José Coelho do [1]

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Resumo

O problema de delinquência, fome, desemprego e outras situações sociais, é observado em todos os países. A diferença são os níveis ou taxas (altas e baixas ou numa escala de 1 á 5). No caso de Angola, as taxas têm crescido muito e de forma descontrolada.

Palavras-chaves: Delinquência, Fome, Desemprego, Taxa e Angola.


Abstract

The problem of delinquency, hunger, unemployment and other social situations is observed in all countries. The difference is the levels or rates (high and low or on a scale of 1 to 5). In the case of Angola, the rates have grown a lot and in an uncontrolled way.

Keywords: Delinquency, Hunger, Unemployment, Tax and Angola.

Introdução

Enquanto criança aprendemos que África é um continente bastante rico e belo. No tempo dos nossos bisavôs ou avós, muitos afirmaram ter vivido em um país desenvolvimento. Os nossos pais cresceram ouvindo que vivem em um país em via de desenvolvimento ou do terceiro mundo, e este facto que está a ocorrer com a gente e esperamos que os nossos filhos, netos e bisnetos … não possam ouvir que vivem em um país ou continente do terceiro mundo, porque na escola são ensinados que o continente onde vivem é rico e belo.

E agora, perguntamos o que está a ser feito para mudar esse quadro? Ou o que fazer? Quais os primeiros passos a ser tomados? Quais as soluções para rever esses quadros? Para as perguntas acima, a resposta imediata para alguns poderá ser “nada está a ser efeito”. Porque não veem resultados positivos, cada vez mais as taxas (desemprego, natalidade, mortalidade, delinquência, desnutrição, pobreza … e outras), tem aumentado consideravelmente.

 

Figure 1. Imagem de Reflexão 1

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Fonte: Facebook (2018).

 

Figure 2. Imagem de Reflexão 2

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Fonte: Facebook (2018).

Figure 3. Imagem de Reflexão 3

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Google (2018).

  1. Como acabar com a delinquência, fome, desemprego … em Angola?

Abaixo iremos trazer algumas sugestões/propostas:

  • Investir na educação e na sua qualidade, ao invés de investir no sector militar;
  • Melhorar o ambiente de negócio e legislação dos investimentos privado em Angola. A fim de atrair investimento nacional e estrangeiro, e com isso, contribuirá para a diminuição da taxa desemprego, taxa, desemprego, fome … E também ajudará na produção e consumo interno. Por exemplo, teve países que durante um tempo deram isenção de impostos para atrair mais investimento para aumentar do emprego.
  • Parques Urbanos: a população angolana, tem poucos locais recreativos de lazer. Os parques urbanos, cria um sentimento prazeroso da vida. Por exemplo, quando é cortado o fornecimento da corrente eléctrica, muitos moradores poderiam estar a divertir-se nestes parques, mas isso não sucede, com isso, levam muitos jovens a praticar actos ilícitos e a envergarem no alcoolismo, drogas e delinquências.
  • Bolsa Família: consiste na ajuda financeira às famílias pobres. Para o combate da fome e da pobreza;
  • Centro de Ajuda Académica: ajuda, pesquisa, investigação…
  • Casa para os menos favorecidos: construir residência para cidadãos menos beneficiados ou com uma renda (salário) baixo.
  • Centro de Proteção Social: Para realização de serviços, programas e projetos de prevenção de risco e assistência básica para pessoas em situação de risco ou vulnerabilidade social. O objetivo desse serviço é promover a melhoria da qualidade de vida da população, com ações focadas no atendimento das necessidades básicas;
  • Cidadão menor de 18 anos: os pais dos cidadãos menores devem ter um subsídio mensal.
  • Subsídio de Desemprego: os desempregados deste bairro devem ter um subsídio mensal e acompanhado com algumas formações profissionais.
  • Serviços Comunitários: será para disciplinar os moradores, quando cometer uma irregularidade, o seu castigo será fazer serviços comunitários (limpeza nas ruas ou em algumas instituições e outros serviços);
  • Eliminar o consumo e a produção de drogas e de bebidas alcoólicas. Em Angola, possui mais fábricas de cervejas (por exemplo, ao invés de fabricas de leite de sumo …). A venda, o consumo de cigarro e droga, deve ser proibido e com uma pena de morte. Porque destrói a sociedade.
  • Melhorar os serviços administrativos ou serviços essências para vida da população (saúde, educação, transporte, energia e águas, segurança … e outros). Porque em Angola, possui problemas estruturais, ou seja, em todos os sectores.  Assim, cria dificuldades para o melhoramento dos outros sectores. Na falha ou o não funcionamento pleno de um sector prejudica outros sectores. A falta de colaboração e cooperação ministerial.

Conclusão

Em suma, percebemos que em África possuí mais africanos, do que estrangeiros. Comparando com alguns mais países como por exemplo: E.U.A, Reino Unido … e outros. Onde a maior parte são estrangeiros ou cidadãos nacionalizados (poucos são patrióticos).

E em África, a população é maioritariamente jovem. Comparado com outros continentes. E é, um dos continentes com a maior taxa de natalidade.

Deveríamos aproveitar este facto acima apresentado. Para investir mais aos nacionais e para reverter esse facto.

Queremos apelar aos empreendedores, empresários e investidores angolanos, que pretendem ou possuem negócios no estrangeiro que pensem antes de faze-lo. Porque tendo empresas no estrangeiro, estariam a contribuir: i) Para o desenvolvimento económico desse país; ii) Ajudam a baixar a taxa desemprego, fome, delinquência … daquele país; iii) E contribuem para as altas taxas de desemprego, fome, delinquência … de Angola, e prejudicando os seus concidadão.

“MELHORAR O QUE ESTÁ BEM E CORRIGIR O QUE ESTÁ MAL”.

 

[1] Graduado no curso de Administração Pública, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais (CIS), evandro.amaral2015@hotmail.com;

13
Set18

PORQUÊ QUE ÁFRICA É POBRE E A EUROPA RICA?


Evandro José Coelho do Amaral

PORQUÊ QUE ÁFRICA É POBRE E A EUROPA RICA?

WHY IS AFRICA POOR AND RICH EUROPE?

NewPaper nº 67/2018

 

Amaral, Evandro José Coelho do [1]

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Resumo

Neste artigo começamos com uma pergunta controversa para alguns, sem uma compreensão ou uma resposta imediata. Porque é um assunto que deixa muitos africanos (povo), sem ter um rumo, perpectiva para seu continente. Por essa natureza a emigração de muitos com destino a Europa.

Palavras-chaves: África, Europa e Desenvolvimento.

Abstract

In this article we begin with a controversial question for some without an understanding or an immediate answer. Because it is a subject that leaves many Africans (people), without having a direction, perpectiva for its continent. By this nature the emmigration of many to Europe.

Keywords: Europe and Development

 

Introdução

Enquanto criança aprendemos que África é um continente bastante rico e belo. No tempo dos nossos bisavôs ou avós, muitos afirmaram ter vivido em um país desenvolvimento. Os nossos pais cresceram ouvindo que vivem em um país em via de desenvolvimento ou do terceiro mundo, e este facto que está a ocorrer com a gente e esperamos que os nossos filhos, netos e bisnetos … não possam ouvir que vivem em um país ou continente do terceiro mundo, porque na escola são ensinados que o continente onde vivem é rico e belo.

Trago algumas reflexões:

  • Mais de 60 mil emigrantes todos os anos chegam na Europa. Muitos vindos da África, devidos os vários problemas sociais existentes.
  • Em África, a população é maioritariamente jovem. Comparado com outros continentes. E é, um dos continentes com a maior taxa de natalidade.
  • Em África possuí mais africanos (negros), em relação africanos (mestiços ou brancos) ou estrangeiros (mestiços ou brancos). No contexto geral, por exemplo E.U.A e o Brasil [a maioria é de raça negra]. A supremacia africana (ou negra), brevemente poderá reinar o mundo;
  • Os negros (ou os países africanos), estão nos primeiros números da lista negativa (de pobreza, desnutrição, fome, mortalidade, corrupção, lavagem de dinheiro …).
  • Se está comprovado histórica e cientificamente que os negros são dotados das mesmas habilidades que os brancos, por quê que não conseguem desenvolver África?

Lembrando que são perguntas de difícil e sem uma resposta imediata ou per vezes a sua resposta é NTS (NÃO TEM SOLUÇÃO). Tudo faremos para dar respostas as perguntas abaixo:

A resposta provável, podem resumir-se em: falta de vontade política, herança colonial, ingerência estrangeira, o orgulho e ganancia dos líderes africanos. E muitos africanos pensam que os ocidentes são instituições filantrópicas ou de caridades.

 

Figure 1. Imagens de Reflexão

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 Fonte: Denny_OW (Autor Desconhecido).

  1. Por quê que muitos africanos não conseguem ser criativos?

R: Ocorre, devidos os muitos problemas sociais que o país apresenta que os impede de ser criativos. Para além deste factor acima mencionada. O ocidente diz para o africano que “Tudo já foi inventado”. Para desincentivar sobretudo o africano em não ser criativo. Porque em África, acreditamos que tem muito para ser criado e com invenções específica para África. Com isso, cria assim, dependência do ocidente (tecnológica, económica, cultural, política, jurídica e Cinematográfica).

  1. Porquê que África é pobre e a Europa rica?

Faço a mesma pergunta com acréscimo de algumas palavras: “Porquê que África é pobre (não é desenvolvida) e a Europa rica (é desenvolvida)?

Para quer dizer que África é um continente rico e belo, mas, quando falamos de África, a primeira coisa que vem em nossa mente é destruição, ruínas, doenças, epidemias, fome…

Comparando com muitos países da Europa, com ou sem recursos naturais. Mas conseguem ter um desenvolvimento nos seus países. O que os assegura são os recursos humanos.

São se compreende, mais podemos acrescentar os seguintes elementos: falta de vontade política, mentalidade, cultura (tradição, hábitos…), educação aplicada, política implementada, conflitos internos, ingerências estrangeira … e outros.

Os africanos valorizam mais as moedas estrangeiras (sobretudo o Dólar e o Euro), desvalorizando a sua própria moeda. Isto faz com que, o europeu e americano, quando pretende enganar os africanos, com ajudas internacionais ou empréstimos internacionais (Banco Mundial), apenas imprimir mais moeda imprensa e trás para África que ocasiona dependências e dívidas públicas para África.

Segundo as palavras do Presidente da Rússia (Vladmir Putin), a África é mil vezes rica que a Europa, apenas o suficiente para que os presidentes africanos criem a moeda própria, uma moeda geral que lhe dou a minha palavra de que a Europa imigrará para a África. Isso, dá a conhecer como o Banco Africano e a União Africana (UA) são instituições fracas.

Tem uma corrente que diz: “Deus Criou o Branco e Diabo criou o negro”. A interpretação que podemos ter não é pelo facto, que na sua maioria o Branco optar em fazer o bem e ter comportamentos recomendado ou igualitário de Deus, enquanto o negro optar em comportamento maus equiparados do Diabo?

 

Conclusão

Em suma, notamos que existe sim, uma grande influência do ocidente [do branco], para África. Aproveita as fragilidades, orgulho e ganância de alguns líderes africanos, para puder criar essa dependência. Conforme dizem, "a melhor maneira de esconder algo de um negro [africano] é colocá-lo dentro de um livro ". Algumas culturas africanas têm sido hostilizadas pelos ocidentais, como forma para dependência cultural, económica, social e tecnológica.

A previsão de diferença entre África e Europa é de 50 a 80 anos. Mas nem com isso, pode-se cair em desespero, porque o caso de Dubai foi construído aproximadamente 10 anos e em condições menos favorável ao ser humano “Deserto” (diziam que não tinha condições para ser considerado um espaço vital).

Afirma-se poderá acontecer o fim do mundo e que muitos africanos, poderão não ver desenvolvimento de África e se calhar nem os seus netos. Esperemos bem que não, que até 2030 este quadro seja invertido. Apesar dos insultos e abusos que muitos africanos encaram, não é assunto que coloca cabisbaixo, porque muitos deles conseguem vencer este medo e aprendem encarar de forma normal.

Por fim, por evidências em África, os povos eram muito unidos, até a chegada dos colonizadores, mas o grande culpado da implementação do racismo em África é o homem branco, que incentivou este sistema discriminatório, para inferiorizar o negro, partindo do adagie, que tudo feito pelo branco é bom ou de boa qualidade, desprezando os negros, os brancos também incitaram o racismo do negro para o negro.

O que admira-nos é que muitos africanos sabem das pretensões, objectivos … do ocidente. A pergunta que não se cala é o seguinte: porque que os líderes africanos caem sempre na casca de banana deixada pelo ocidente?

 

[1] Graduado no curso de Administração Pública, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais (CIS), evandro.amaral2015@hotmail.com;

09
Set18

HOME OFFICE EM ANGOLA


Evandro José Coelho do Amaral

HOME OFFICE EM ANGOLA

HOME OFFICE IN ANGOLA

NewPaper nº 66/2018

 

Amaral, Evandro José Coelho do [1]

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Resumo

Neste artigo procuramos falar sobre Home office no contexto angolano. Será que já é possível falamos de trabalho em casa em Angola? Será que Angola possui elementos (ferramentas, instituições, sectores …) que irão permitir para que seja possível a realização do Home office em Angola.

Palavras-chaves: Home, office e Angola.

Abstract

In this article we try to talk about Home office in Angolan context. Can we talk about working at home in Angola? Does Angola have elements (tools, institutions, sectors ...) that will allow the realization of the Home Office in Angola.

Keywords: Home, office and Angola.

Introdução

O Home office hoje é um dos grandes temas quando o assunto é trabalho do futuro.

Trabalho em casa, o apesar de esta ser a tradução literal do termo, ele define de forma genérica o trabalho que é realizado em espaço alternativo ao escritório da empresa. Este local pode ser – ou não – o escritório em casa. Uma pessoa pode trabalhar “home office” em cafés, hotéis, aeroportos, táxis, parques…ou em casa.

Mas é o melhor lugar do mundo para trabalhar, apesar dos desafios, quem consegue administrar seu tempo e produzir com qualidade no home office acaba trabalhando melhor e aproveitando muito mais a vida. Com o trabalho remoto evitam-se as várias horas e o enorme stress causados pelo trânsito no trajeto entre casa e trabalho. O tempo que o colaborador ganha escapando dos congestionamentos pode ser utilizado para praticar esporte, acompanhar um filho no médico, relaxar, ou até mesmo adiantar as tarefas para garantir tempo livre em outro momento. Com a redução do stress no trânsito e a possibilidade de controlar a qualidade da própria alimentação, quem sai ganhando é a saúde do colaborador. Além disso, trabalhar em home office aumenta a motivação e reduz interrupções de colegas e reuniões desnecessárias, aumentando a produtividade. Bom para o colaborador, melhor ainda para a empresa que o emprega[2].

  1. Home Office em Angola

Abaixo iremos trazer elementos que tornam impossível a realização do Home Office em Angola:

  • Internet em Angola: ainda tem alguns problemas na cobertura a nível nacional e na velocidade da mesma. E, segundo os dados (INE, 2016, p. 58), mais de 7.803.810 de indivíduos possuem telefones, 2.119.946 de indivíduos utilizam a internet e 2.060.989 de indivíduos têm computador[3].
  • Energia e Águas em Angola: Actualmente apenas cerca de 30% da população de Angola tem acesso à eletricidade. A maioria da população, não tem acesso à eletricidade.[4]
  • Correios ou empresas de entregas: é um sector muito importante para o Home Office.
  • Família alargada: muitos agregados em casa, que poderá dificultar no trabalho em casa.
  • Falta de vários serviços: ausência de vários serviços, dificultam na realização do home office.

Conclusão

Em Angola, possui problemas estruturais, ou seja, em todos os sectores. Assim, cria dificuldades para o melhoramento dos outros sectores. Na falha ou o não funcionamento pleno de um sector prejudica outros sectores.

Falta de colaboração e cooperação ministerial.

 

[1] Graduado no curso de Administração Pública, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais (CIS), evandro.amaral2015@hotmail.com;

[2]https://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/08/7-coisas-que-todo-mundo-precisa-saber-sobre-home-office.html

[3] INE. (2016). Recenseamento Geral da População e Habitação: Resultados Definitivos. Luanda: INE.

[4] MINEA. (2015). Avaliação Rápida e Análise de lacunas Angola. Luanda: Ministério da Energia e Águas. 

08
Set18

UNIVERSIDADES DO MUNDO


Evandro José Coelho do Amaral

UNIVERSIDADES DO MUNDO

UNIVERSITIES OF THE WORLD

NewPaper nº 65/2018

 

Amaral, Evandro José Coelho do [1]

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Resumo

Este artigo tem como objectivo apelar as universidades do mundo, sobre o seu verdadeiro foco, porque nos dias de hoje não são vistos. Actualmente apreciamos as universidades cujo fim único é obtenção de receitas (lucros) e não na transmissão de conhecimento, investigação, formação de quadros para o desenvolvimento sustentável do país.

Palavras-chaves: Universidade, Objectivo e Mundo.

Abstract

This article aims to appeal to the universities of the world, about their true focus, because these days are not seen. At present we appreciate universities whose sole purpose is to obtain revenues (profits) and not in the transmission of knowledge, research, training of staff for sustainable development  country.

Keywords: University, Objective and World.

Introdução

Segundo o Dicionário Electrónico Houaiss da Língua Portuguesa 2.0a – Abril 2007, conceitualiza:

  • Universidade: instituição de ensino e pesquisa constituída por um conjunto de faculdades e escolas destinadas a promover a formação profissional e científica de pessoal de nível superior, e a realizar pesquisa teórica e prática nas principais áreas do saber humanístico, tecnológico e artístico e a divulgação de seus resultados à comunidade científica mais ampla;
  • Faculdade: instituição de ensino superior (isolada ou integrante de uma universidade); cada uma das diversas utilizações, atividades ou subdivisões da alma, que receberam denominações e caracterizações heterogêneas na história da filosofia;

Após observamos os conceitos acima, pudemos ver muitas universidades, têm esquecido o seu verdadeiro conceito. O que observamos é negócio, e uma parceria com os Governos dos seus respectivos países, para se manterem no mercado e com a outra ajuda do regime capitalista, que está inserida em vários países. Por exemplo:

  • Obrigando os cidadãos em possuírem faculdade concluída ou documento universitário (lembrando que um país não vive ou desenvolve apenas de quadros universitários, mas também de quadros com formações técnica e especializações);
  • Alguns governos permitem muitas universidades privadas (mas, sem um controlo da qualidade), onde cria a desigualdade social;
  • Em alguns Estados desenvolvidos o Governo paga a universidade e depois o cidadão paga de volta quando estiver a trabalhar (porquê não optar em universidade públicas ou gratuitas?);
  • Inexistência de universidades públicas;
  • Os Governos ajudam ou participam nestes actos para benefícios próprios. Por exemplo, os donos, acionista, professores … de algumas universidades são membros do Governo, por essa razão criam regras, leis ao seu favor (sendo arbítrio e jogador). Lembrando que este facto vária de país para país.
  • Dão mais oportunidade aos endinheirados, o rico cada vez mais rico e o pobre cada vez pobre e sem oportunidade.

Conclusão

Concluímos este artigo com a seguinte reflexão “porquê que no passado os filósofos transmitiam os seus conhecimentos de forma gratuita e nos dias actuais pagamos?”. Isso só mostra-nos que rumo estamos a tomar, não para o conhecimento e sim para o enriquecimento, lucros, negócios … e a taxa desigualdade social cada vez aumentando. Porquê não optar nas universidades gratuitas ou públicas?

Frases de reflexão: “A educação é a arma mais poderosa que tu podes usar para mudar o mundo”(Nelson Mandela).

 

[1] Graduado no curso de Administração Pública, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais (CIS), evandro.amaral2015@hotmail.com;

03
Set18

EUROPA E ÁFRICA: VANTAGENS E DESVANTAGENS


Evandro José Coelho do Amaral

EUROPA E ÁFRICA: VANTAGENS E DESVANTAGENS

EUROPE AND AFRICA: ADVANTAGES AND DISADVANTAGES

NewPaper nº 63/2018

 

Amaral, Evandro José Coelho do [1]

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Resumo

Neste artigo pretende-se abordar as vantagens e desvantagens da Europa e África. Isto com base as nossas pesquisas bibliográficas, pesquisa de campo e questionário (experiências de pessoas que viveram nestes dois continentes). O objectivo é ajudar as pessoas que pretendem imigrar para um dos países desses continentes (Europa e África), saibam alguma coisa e como funciona a mesma.

Palavras-chaves: Europa, África, Vantagens e Desvantagens.

 

Abstract

This article aims to address the advantages and disadvantages of Europe and Africa. This is based on our bibliographical research, field research and questionnaire (experiences of people living on these two continents). The goal is to help people who want to immigrate to one of these continents (Europe and Africa), know something and how it works.

Keywords: Europe, Africa, Advantages and Disadvantages.

 

Introdução

Segundo o Dicionário Electrónico Houaiss da Língua Portuguesa 2.0a – Abril 2007, conceitualiza:

  • África: ato de grande coragem ou de habilidade; proeza, façanha; enorme dificuldade, objetivo difícil de ser alcançado;
  • Migrante: que ou o que migra;
  • Imigrante: que ou pessoa que imigra ou imigrou; que ou quem se estabeleceu em país estrangeiro;
  • Emigrante: que ou o que emigra; que ou quem sai de sua pátria para viver em outro país;
  • Vantagem: posição ou condição de superioridade ou adiantamento de algo ou alguém com relação a outro (s) ou a si mesmo em momento anterior; fator ou circunstância que beneficia ou privilegia seu possuidor; ganho, privilégio; o benefício que resulta de alguma ação ou situação; ganho, proveito;
  • Desvantagem: falta de vantagem; inferioridade em qualquer assunto ou competência; prejuízo;
  • Europa: era uma personagem da mitologia grega, filha de Fênix, a qual foi raptada por Zeus, que assumiu a forma de um touro, levando-a para Creta e uniu-se a ela. Dessa união nasceram Minos, Sarpédon e Radamante, que foram os primeiros reis de Creta. A palavra “Europa” (europos) significa sombrio; obscuro e designa ¨o poente; o ocidente¨. A partir do século VI a.C. passou a ter um significado geográfico, que caiu em desuso da Idade Média[2].

 

  1. Vantagens e Desvantagens de África

Abaixo será trazido vantagens e desvantagens de África (lembrando que vária de país para país):

 

1.1. Vantagens de África

Eis a vantagens de África:

  • Maravilhosa flora (cidades, belezas e cenários naturais);
  • Localização geográfica;
  • Clima extraordinário para a condição de vida humana, vegetal e animal;
  • Continente rico, abençoado [em alguns casos amaldiçoado];
  • Oportunidades, continente virgem para novos: desafios, negócios …
  • Regalias ou mordomias no trabalho são os muitos benefícios que alguns países africanos oferecem (por exemplo: casa, carro, assistência médica e medicamentosa para si e para sua família …);
  • Construção de um imóvel do seu jeito;
  • Alguns impostos não funcionam em África;
  • Continente com uma das melhores educações, cultura, hábitos e costumes.
  • População jovem activa e alegre;
  • Alimentação pura, não ou pouco industrializado (mas a pergunta que inquieta, é o seguinte: se têm uma alimentação mais natural, porquê tanta doença? Será por falta de alimento? E porquê que não são tão saudáveis comparando com os europeus?).

 

1.2. Desvantagens de África

Eis a desvantagens de África:

  • Incidência de doenças virais;
  • Preconceito, racismo, xenofobia, regionalismo … e outros preconceitos internos;
  • Excesso de corrupção, Burocracia e nepotismo;
  • Péssimos na prestação de serviços (sem qualidade nas escolas, universidades, hospitais …);
  • Taxa de desemprego, delinquência, natalidade, mortalidade … alta;
  • Crenças tradicionais e culturais … que dificultam no desenvolvimento pessoal e social.
  • Ingerência estrangeira;
  • Instabilidade política, económica, social e cultural;
  • Atraso tecnológico ou em desenvolvimento;
  • Sem políticas, económicas e social para o desenvolvimento;
  • Perca dos valores morais e culturais. Devido a globalização;
  • Custos de vida em alguns países africanos são muito caro;
  • Contrabando ou tráfico de crianças, órgão, drogas, combustíveis …

 

  1. Vantagens e Desvantagens da Europa

Abaixo será trazido vantagens e desvantagens da Europa (lembrando que vária de país para país):

 

2.1. Vantagens da Europa

Eis a vantagens da Europa:

  • A diferença social é mínima (igualdade social: Europa é ser igual a todos e ter direito igual à saúde, alimentação, transporte públicoe educação);
  • Cidadão do mundo (conheces outros países, novas amizades, culturas, hábitos…);
  • Mobilidade para viajar para outros países da Europa em poucas horas;
  • Mais segurança;
  • Qualidade de vida, com custo de vida baixa (isto vária de país para país);
  • Óptimo continente para negócios, estudos, turismo … Com boas políticas atractivas;
  • Reconhecimento do seu trabalho;
  • Muitos locais para diversão (museus, parques…);
  • Capacidade de pagamento a parcela ou em prestação;
  • Qualidade dos serviços (escola, universidade, correios, hospitais …);
  • Espaços verdes ou zonas verdes;
  • Pouca burocracia, xenofobia, racismo, preconceito, inveja …
  • Continente industrializado e estável.

 

2.2. Desvantagens da Europa

Eis a desvantagens da Europa:

  • Lei trabalhista, sem regalias ou mordomias no trabalho;
  • Dificuldade de integração (alguns países são bem fechados para pessoas de fora);
  • Consumo exagerado de álcool e droga;
  • Sem tempo para família (depende de país para país);
  • Obsessão pelo trabalho;
  • Poucos acreditam em Deus ou vão a Igreja (as igrejas acabam ser monumentos ou museus);
  • Mulheres pedem direitos iguais (em alguns casos, acabam criar destruturação social);
  • Em alguns países europeu não têm uma boa alimentação;
  • Renda ou casas em alguns países são muito caras.

 

Conclusão

Chegamos a conclusão, os aspectos apresentados sobre vantagens e desvantagens da Europa e África, vária de país para país dos respectivos continentes. E lembrando que existe ainda outros pontos que não foram mencionados.

 

[1] Graduado no curso de Administração Pública, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais (CIS), evandro.amaral2015@hotmail.com; 

 

[2] https://www.dicionarioinformal.com.br/europa/

16
Mai18

PORQUÊ QUE OS HOMENS ANGOLANOS TRAEM A SUA MULHER?


Evandro José Coelho do Amaral

PORQUÊ QUE OS HOMENS ANGOLANOS TRAEM A SUA MULHER?

WHY DO ANGOLAN MEN BRING YOUR WOMAN?

NewPaper nº 53/2018

 

Amaral, Evandro José Coelho do [1]

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Resumo

Neste artigo vamos procurar saber os motivos que está na base para que os homens angolanos traem sua mulher. Este trabalho foi elaborado de forma propositada e esperamos uma retratação ou continuidade por uma mulher e especial a Delmira Dinis.

Palavras-chaves: Homem, Trair e Mulher.

 

Abstract

In this article we will seek to know the reasons that is the basis for the Angolan men betray their wife. This work was elaborated of purposeful way and we expect a retraction or continuity by a woman and special to Delmira Dinis.

Keywords: Man, Betrayal and Woman.

 

Introdução

As sociedades têm evoluído nos últimos anos, e a globalização vêm esforçando ou obrigando vários Estado a entrar neste desafio e Angola não está de fora.

 

Com isso, no caso de África em especial Angola, vem perdendo as suas raízes (sua Identidade e Cultura), por exemplo Luanda: é uma mestiçagem de culturais, não tem uma raiz única.

 

Muitos problemas socias que apenas ocorria no ocidente, hoje está e outras batendo as portas para entrar em Angola.

 

Apelamos aos Ministério da Cultura, Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher e Ministério da Juventude e dos Desportos. Que ficassem mais atendo sobre este assunto e que não deixem que a melhor cultura do mundo se acabe que é a cultura africana.

 

Entrando no nosso tema, antes de prosseguir, é necessário definir o termo trair que é: iludir, enganar por traição; atraiçoar; denunciar (alguém) em ato de traição; demonstrar infidelidade a; deixar de corresponder a (expectativas etc.); deixar de cumprir (uma promessa, um compromisso etc.), (Dicionário Electrónico Houaiss da Língua Portuguesa 2.0a – Abril 2007).

  1. Porquê que os homens angolanos traem a sua mulher?

Lembrando que este artigo não tem carácter apologista ou de defender os homens que têm está prática indecorosa. Abaixo iremos trazer alguns motivos para prevalência ou aumento desta prática de infidelidade:

  1. A sociedade está a ficar destruturada, devido a igualdade dos direitos que as mulheres vêm solicitando ou apelando. Esse é um grande paradigma. Por exemplo: se fizermos um teste de capacidade mental e física, a mulher terá que abdicar de algumas coisas. Na ideologia de Adolf Hitler a mulher deveria se conformar com os três K: kindder, küche, kirche. Que significa: crianças, cozinha, igreja.
  2. Muitos namoros ou casamentos em África (especificamente em Angola), muitos casais são esforçados (por vezes por uma gravides indesejada), sem antes se conhecerem bem, são obrigados a namorar ou a casar. Algumas consequências temos vivenciados na realidade angolana: indivíduos sem educação, indivíduos sem pais, indivíduos sem ter o que comer, indivíduos pedindo esmola e vivendo na rua. Porque muitos desses casamentos ou namoro não dão certo e leva depois ao divórcio.
  3. Algumas mulheres mudam a sua postura depois do casamento, ficam adversário do marido e não companheira.
  4. Porque alguns homens nunca estão satisfeitos.
  5. Não são os homens que traem as mulheres, mas, sim as mulheres é que aceitam trair os seus parceiros com outros homens.
  6. Os homens tornam: mulherengo, porque alguns são vítimas das mulheres oferecidas.
  7. Não existe honra entre as mulheres, mesmo sabendo que o homem é casado ou com compromisso. Algumas destas mulheres querem namorar com este homem e consequência destroem o lar.
  8. A forma que as mulheres angolanas vestem. Isto vem vitimar muitos homens. Por exemplo: os países Árabes, onde a poligamia é legalizada, também assistimos que as mulheres têm uma forma diferente de vestir, estar e de ser. Nesses países o número de traição é muito baixo.
  9. Alguns homens, não tem bom tratamento em casa, então vão a buscar de outras mulheres, que o tratem o bem (por vezes como um príncipe encantado).
  10. Muitos relacionamentos as mães das parceiras, deposita influências negativa para a sua filha e interfere em determinados assuntos do casal. Bem como, a filha em qualquer situação recorre rapidamente a mãe.
  11. Algumas mulheres angolanas, tiram autoridade do homem à frente dos filhos, familiares e amigos.
  12. Algumas mulheres, faltam respeito ao marido e querem que o homem seja submisso a mulher, nesta forma não é o certo, apenas o inverso é o certo.
  13. Muitos problemas acontecem porque homem ou a mulher não sabem qual é o seu papel no relacionamento ou no lar.
  14. Ingerência de terceiros (familiares, amigos e outros) na liderança de alguns líderes angolano.
  15. Falta de confiança, compromisso e a recriação ou aprender amar o seu parceiro todos os dias.
  16. Algumas mulheres angolanas não demostra o amor que sentem pelos seus parceiros, os homens gostam de sentir amado e que cuidem dele também.
  17. Algumas mulheres pensam que quando entram no relacionamento é só ela que precisa de atenção ou carinho, deve-se lembrar que atenção ou carinho é reciproca.

 

 Figura 1.Mantenha as bolas do seu homem sempre vazias

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Fonte: Google (2018).

 

Nesta figura, podemos relembrar o velho ditado: “o homem só procura fora, o que não têm em casa”.

 

Embora que esta afirmação não é 100% certa. É relativo, porque:

  • Quando um não quer, dois não querem.
  • Os dois são alvos de traição, e, é responsabilidade dos dois para que isso não ocorra.
  • Já vimos casos de mulheres lindas serem traída.
  • Caso de mulheres com corpo exuberante ser traída.

É da responsabilidade dos dois para que este acto não ocorra. E especial da inteira responsabilidade da mulher. Como se diz: a mulher é a chave do relacionamento e o homem o cadeado.

 

Os gregos diziam que as mulheres tinham algo que eles invejavam: astucia!

 

Porque, qualquer coisa que você der a uma mulher, ela vai fazer algo fabuloso. A saber:

  • Dê um espermatozoide e ela vai lhe dar um filho…
  • Dê uma casa e ela vai lhe dar um lar…
  • Dê alimentos e ela vai lhe dar uma refeição deliciosa…
  • Dê um sorriso e ela vai dar o seu coração…
  • Ela multiplica e amplia o que você dá…
  • Então, se você lhe der problemas…. Prepare-se!!!

Por isso, é de grande responsabilidade no relacionamento a mulher. E que muitas mulheres desconhecem o seu grande papel ou objectivo no lar.

 

Conclusão

Chegando afinal deste artigo, não gostamos muito de procurar um culpado, mas o verdadeiro culpado por acontecer as traições nos lares recai na mulher.

 

Porque as experiências mostram-nos que a mulher sempre serviu de isca, mesmo a bíblia, vimos que, a mulher, na sua maioria das vezes fez o homem cair em tentação (e leva-o ao problema).

 

Para aqueles que porventura darem continuidade neste tema, sugiro buscarem respostas das seguintes questões: Será que os homens traem propositadamente sua mulher?

 

Como os homens podem parar de trair sua mulher? Quem trair mais é a mulher ou homem?

 

Alguns estudos mostram a partir do período que as mulheres ou grupo feminista, passaram solicitar direitos iguais aos homens. Foi quando o número de traição passaram a surgir ou aumentar.

 

[1] Graduado no Curso de Administração Pública, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais (CIS), evandro.amaral2015@hotmail.com; 

 

16
Mai18

ABORDAGEM SOBRE OS HOMOSSEXUAIS “GAYS”


Evandro José Coelho do Amaral

ABORDAGEM SOBRE OS HOMOSSEXUAIS “GAYS”

APPROACH ON “GAYS” HOMOSEXUALS

NewPaper nº 52/2018

 

Amaral, Evandro José Coelho do [1]

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Resumo

Neste artigo vamos abordar sobre os homossexuais a luz da Sagrada Escritura a “Bíblia”. Será que é: pecado? Crime? Desumano? E o que os homens pensam, acham sobre os “Gays”. Porque ontem (antes) ser Gay era proibido, hoje aceite e amanhã poderá ser obrigatório.

Palavras-chaves: Bíblia, Homossexuais e Gays.

 

Abstract

In this article we will discuss about the homosexuals the light of Sacred Scripture the "Bible". Is it: sin? Crime? Inhuman? And what men think, they think about the "Gays." Because yesterday (before) being Gay was banned, accepted today and tomorrow may be mandatory.

Keywords: Bible, Homosexuals and Gays.

 

Introdução

Esta temática foi sugerida ou foi elaborada com intenção de ajudar o nosso irmão Asaf Kiakia.

 

Antes de prosseguir, é necessário definir o termo homossexual: que ou aquele que sente atração sexual e/ou mantém relação amorosa e/ou sexual com indivíduo do mesmo sexo, (Dicionário Electrónico Houaiss da Língua Portuguesa 2.0a – Abril 2007).

 

Gay, é uma palavra inglesa utilizada normalmente para se designar o indivíduo, homem ou mulher, homossexual.

  1. Deus criou ou aceita o homossexualismo?

É de realçar Deus criou o homem perfeito, mas os seres humanos tornam: imperfeitos, maus, gays, delinquentes, orgulhosos, avarentos, gananciosos e outros…

 

Deus nunca aceitou o homossexualismo com base aos seguintes versículos:

“22 Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação.”

“23 Nem te deitarás com animal algum, contaminando-te com ele; nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; é confusão.” (Levítico 18:22-23).

“13 Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse com mulher, ambos terão praticado abominação; certamente serão mortos; o seu sangue será sobre eles.” (Levítico 20:13).

 

  1. Sobre Adopção de crianças por casais Gays?

Somos contra, pelos seguintes motivos:

  1. “22 Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação.” (Levítico 18:22). “13 Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse com mulher, ambos terão praticado abominação; certamente serão mortos; o seu sangue será sobre eles.” (Levítico 20:13);
  2. “28 Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra” (Gênesis 1:28);
  3. Outros: i) Deus não aprova o relacionamento “Gay”, ii) qual será o exemplo para criança?, iii) o que dirão para a criança no dia das mães ou quando a criança perguntar? e iv) É evidente que não é um padrão do mundo, que Deus aprova. Mostrando claramente que é obra do Diabo.

 

2. Posso ser amigo de um Gay?

A coisa mais maravilhosa que Deus deu aos homens é o livre-arbítrio. Cabe cada um de nós saber escolher o bem e mal.

Sobre as coisas do bem e do mal, encontram-se todas descrita na Bíblia, é só apenas lendo e meditando que descobriremos o melhor para gente. Ajudaremos com os seguintes pontos:

  1. “1 Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores;” (Salmos 1:1);
  2. “3 Acaso andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3:3);
  3. “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.” (I Coríntios 15:33);
  4. “Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” (Tiago 4:4);
  5. “Anda com os sábios e serás sábio, mas o companheiro dos tolos sofre aflição.” (Provérbios 13:20);
  6. “Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes.” (I Coríntios 15:33);
  7. Êxodo 23:33 [Quando os filhos de Israel entraram na Terra Prometida, Deus lhes ordenou especificamente que não se associassem com os ímpios que moravam lá:] Na tua terra não habitarão, para que não te façam pecar contra Mim, porque se servires aos seus deuses, isso te será um laço. [Ver também Números 33:52];
  8. “Não tenhas inveja dos homens malignos, nem desejes estar com eles.” (Provérbios 24:1).
  9. Outros: i) depende quem recebe influência do outro, ou seja, quem têm a capacidade de influenciar o outro; ii) “19 Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizem: Eis aí um comilão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores. Entretanto a sabedoria é justificada pelas suas obras.” (Mateus 11:19); iii) Se ajudar-mos este amigo a sair deste mundo melhor.

3. Existe realmente uma cura para o homossexualismo??

Existe sim a cura!!! Só cabe tomarmos o remédio que muitos ignoram (a Palavra de Deus).

  1. Devemos levar em consideração os seguintes aspectos:

“4 nos quais o deus [diabo] deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.” (II Coríntios 4:4);

“10 O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” (João 10:10);

“44 Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira.” (João 8:44);

Indica que Satanás é a maior influência sobre os ideais, opiniões, metas, desejos e pontos de vista da maioria das pessoas.

“27 Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;” (I Coríntios 1:27);

“Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” (Tiago 4:4).

  1. Acreditamos que só poderemos acabar com este “câncer” na vinda de Jesus. Porque quem reina o mundo é o Diabo, e é de longe este problema deste Sodoma e Gomorra. O câncer quando não for erradicado multiplicam-se;
  2. Falta de vontade política dos líderes dos Estados ou vontade dos homens, conforme mencionado (estão com domínio do Diabo, ou seja, são energúmeno);
  3. O livre-arbítrio, o poder de escolha. Amar é uma decisão e sem livre-arbítrio não poderíamos amar. Cada pessoa pode escolher amar ou não amar a Deus, obedecer ou não obedecer a Deus (criando uma sociedade heterogénea). O mal é que prevalece, porque as coisas de Deus não são imediatas, e do Diabo é;
  4. “ 9 Porque, assim como o céu é mais alto do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.” (Isaías 55:9);
  5. “6 Ora, irmãos, estas coisas eu as apliquei figuradamente a mim e a Apolo, por amor de vós; para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito, de modo que nenhum de vós se ensoberbeça (orgulha, vaidade) a favor de um contra outro.” (I Coríntios 4:6).

Conclusão

Chegando afinal deste artigo, percebemos que nunca foi a vontade de Deus, em criar um novo género mais dos homens. Porque hoje a discussão é da criação do 3º género (homem, mulher e gay) em actos administrativo (em documentos e em quartos de banhos com a designação e feita em especial para os gays).

 

Esperamos com esse exercício, possamos a ajudar o nosso irmão Asaf Kiakia, sobre a questão dos homossexuais.

 

Frase para reflexão: “22 E ele o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e o desenrola como tenda para nela habitar.” (Isaías 40:22).

 

 

[1] Graduado no Curso de Administração Pública, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais (CIS), evandro.amaral2015@hotmail.com; 

 

16
Mai18

É POSSÍVEL FAZER POUPANÇA EM ANGOLA?


Evandro José Coelho do Amaral

É POSSÍVEL FAZER POUPANÇA EM ANGOLA?

IS IT POSSIBLE TO MAKE SAVINGS IN ANGOLA?

NewPaper nº 51/2018

 

Amaral, Evandro José Coelho do [1]

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Resumo

No acto da responsabilidade social da Academia BAI, localizado na Avenida Pedro de Castro Van-Dúnem Loy, Luanda. No dia 10 de Maio, às 17h:30 teve à conversa com Francisco Paulo com o tema: Educação e Finanças. Este artigo dará alguns subsídios sobre poupanças que não ficou bem claro.

Palavras-chaves: Poupança, Estado e Angola.

 

Abstract

In the act of social responsibility of BAI Academy, located at Avenida Pedro de Castro Van-Dúnem Loy, Luanda. On May 10, at 5:30 PM, he had a talk with Francisco Paulo on the theme: Education and Finance. This article will give some subsidies on savings that was not clear enough.

Keywords: Savings, State and Angola.

 

Introdução

Poupança é um dos assuntos abordado em Angola. Isto devido a crise económica e financeira, pela baixa do preço do petróleo no mercado internacional e a restrição da moeda estrangeira em Angola.

 

Deste artigo vamos procurar responder as seguintes questões, ligadas a poupança, a saber:

  • De que forma a população angolana pode fazer poupança?
  • É possível fazer poupança em Angola?
  • Porquê que a crise veio reeducar a população angolana, no que diz respeito a poupança?
  • Como é possível fazer poupança em tempo de crise?
  • Se o Estado angolano não consegue fazer poupança (com o Fundo Soberano), o OGE de 2018 de Angola é completa de dívidas. Como a população angolana pode fazer poupança?
  • Como podemos fazer poupança, com uma inflação alta (subida dos bens e serviços, onde as famílias estão sem o poder de compra)?
  • Como vamos conseguir fazer poupança, se a taxa de desemprego é alta?
  • Segundo o relatório económico e social do Centro de Investigação da Universidade Católica de Angola (CEIC) em 2016 afirmou: 60% dos angolanos vivem com menos de dois dólares diários. Como podemos fazer poupança?
  • Em Angola 700.000 Cidadão são pobres, podendo-se falar de uma “Pobreza Hereditária” Quem nasce no seio de famílias pobre, continuará a sê-lo pobre. Mais uma vez é possível poupar?
  • Alguns cidadãos não conseguem comprar produtos da cesta básica. Como vão poupar?

Para o desenvolvimento deste artigo, formulamos as seguintes hipóteses para responder as questões acima:

 

H1: Apenas as pessoas endinheiradas podem fazer poupança em Angola.

 

H2: O pobre não consegue fazer poupança em Angola. Devido a alta taxa de desigualdade social, problemas estruturas e sociais de Angola.

 

H3: Falta de educação financeira, debates, palestras e divulgação sobre este assunto pelos órgãos de comunicação social em Angola.

 

H4: Falta de vontade política para inclusão social e politicas de pleno emprego.

 

H5: Em Angola, possui problemas estruturais, ou seja, em todos os sectores. Assim, cria dificuldades para o melhoramento dos outros sectores. Na falha ou o não funcionamento pleno de um sector prejudica outros sectores.

 

  1. Definição de Conceitos

Poupança: poupar implica economizar, ou seja, fazer um esforço para guardar algum dinheiro do seu rendimento pessoal no final do mês para utilização futura o que quer dizer cobrir necessidades ou emergências de curto prazo, (BNA, 2016).

 

Investimento: investir significa pegar no dinheiro que sobrou, ou que foi poupado, e aplica-lo num produto financeiro bancário para termos mais recursos para realização dos nossos desejos no futuro é crescimento a longo prazo, (BNA, 2016).

 

Inflacção: taxa de crescimento do nível geral dos preços de um país ou região, (BNA, 2016).

 

Banco: Instituição cuja actividade consiste na realização de operações financeiras e na prestação de serviços financeiros, dos quais os mais comuns são a concessão de crédito e a captação de depósitos do público, (BNA, 2016).

 

Agência:  Estabelecimento no país de instituição financeira bancária ou instituição financeira não bancária com sede em Angola, que seja desprovida de personalidade jurídica e que efectue directamente ou, no todo ou em parte, operações inerentes à actvidade da empresa ou estabelecimento suplementar da sucursal no  País, de instituição financeira  não bancária com sede no estrangeiro, (BNA, 2016).

 

Educação: A educação é a ação que desenvolvemos sobre as pessoas que formam a sociedade, com o fim de capacitá-las de maneira integral, consciente, eficiente e eficaz, que lhes permita formar um valor dos conteúdos adquiridos, significando-os em vínculo direto com seu cotidiano, para atuar consequentemente a partir do processo educativo assimilado, (Calleja, 2008).

 

Finança: ciência e atividade do manejo do dinheiro ou de títulos que o representem, esp. com relação ao Estado; recursos financeiros; conjunto de receitas e despesas, particularmente as do Estado; erário, (Dicionário Electrónico Houaiss da Língua Portuguesa 2.0a – Abril 2007).

 

  1. Política Fiscal

O Orçamento de um determinado Governo (previsão anual de gastos públicos) funciona como um verdadeiro balizador na Economia. Se temos elevados investimentos governamentais previstos no Orçamento, provavelmente o número de empregos aumentará, assim como a renda agregada melhorará. Em compensação, um orçamento de um Governo restrito em investimentos, provocará desemprego, desaceleração da economia, e decréscimo no produto interno bruto. O Governo pode provocar orçamentos expansionistas ou gerar um orçamento recessivo. Pode ser Expansionista e Contraccionista.

 

Politica fiscal (circulo virtuoso): + PIB e – Desemprego

Aumento da liquidez no mercado e reduzir a taxa de desemprego.

 

Politica Fiscal Contraccionista (circulo vicioso): - PIB e + Desemprego

Reduz a liquidez no mercado e controlar a inflação.

 

  1. Política Monetária

Conjunto de medidas adoptadas pelo executivo para adequar a quantidade de moeda em circulação às necessidades da Economia (envolve o controlo da oferta de moeda, da taxa de juros e do crédito em geral, para efeito de estabilização da economia e influência na decisão de produtores e consumidores).

Tabela 1. Instrumentos da política monetária

Politica Monetária Expansionista

Instrumentos

Politica Monetária Contraccionista

-

Taxa básica de Juro

+

-

Taxa de Redesconto

+

+ Compra Títulos

Mercado Aberto (Títulos)

- Venda títulos

-

Taxa Compulsório

+

Fonte: Própria (Autor).

 

  1. Política Cambial

A política cambial, por seu turno, é o conjunto de acções e orientações engendradas pelo Banco Central no sentido de obter determinados objetivos, destacando-se o equilíbrio das contas externas e a redução da volatilidade da taxa de câmbio, por meio de operações de compra e venda de moeda estrangeira.

 

Cabe destacar que num sistema de câmbio perfeitamente flexível, ou seja, sem qualquer intervenção do Banco Central na taxa de câmbio, via compra e venda de moedas estrangeiras, a taxa de câmbio funciona ajustando o balanço de pagamentos. Quando a entrada de moeda estrangeira é maior do que a saída, o balanço de pagamento torna-se superavitário e como a oferta de moeda é superior à demanda, então os preços das moedas estrangeiras tendem a cair. 

 

A moeda nacional torna-se muito valorizada, incentivando um movimento que vai reverter a situação de superávit, pois as importações de bens e serviços deverão aumentar e as exportações deverão diminuir. Dessa forma, a flutuação da taxa de câmbio vai permitir que o saldo do balanço de pagamentos tenda para o equilíbrio.

 

No caso contrário, ou seja, de déficit das transações correntes, a moeda doméstica tende a tornar-se muito desvalorizada, o que incentivará as exportações e desestimulará as importações. Nesse caso, mais uma vez, a taxa de câmbio se ajusta, valorizando-se até alcançar o equilíbrio do balanço de pagamentos.

 

A taxa de câmbio também funciona atenuando os choques externos de forma a minimizar os efeitos sobre o lado real da economia. Por exemplo, uma fuga de capitais num sistema de câmbio fixo obriga o BNA a vender reservas para atender o excesso de demanda por moeda estrangeira. Quando isso ocorre, os agentes trocam moeda nacional por moeda estrangeira, o que representa uma redução da liquidez na economia. Isso implica uma elevação da taxa de juros, impactando negativamente no nível de actividade económica do país.

 

Se o país adoptasse um sistema de câmbio perfeitamente flexível, todo o impacto inicial decorrente da fuga de capitais ocorreria sobre a taxa de câmbio, ou seja, haveria uma desvalorização cambial. Há forte intervenção do governo na fixação das taxas de câmbio, seja por especulação dos mercados, seja pelas grandes alterações na economia provocadas por bruscas variações na taxa de câmbio.

 

Quanto maior a taxa de câmbio, maior o volume que as empresas desejam exportar. Quanto menor, menor o volume de exportação. A oferta de divisas é proporcional á taxa de câmbio, ou seja, crescente em relação ao câmbio.

 

Quando a taxa de câmbio é maior, menor a quantidade de empresas que desejam importar e menor a demanda de divisas para o exterior. A quantidade de divisas também pode se alterar com a maior demanda de produtos nacionais no mercado externo, dependendo também da renda do país importador.

 

  1. Sistema Financeiro Angolano

Sistema Financeiro é conjunto de instituições, instrumentos e processos através dos quais a poupança dos agentes excedentários é transferida para os agentes deficitários.

Tabela 2. Sistema Financeiro

Agentes Excedentários

Poupanças

Agentes Deficitário

Famílias

 

Famílias

Empresas

Intermediários

Empresas

Estado

Financeiros

Estado

Exterior

 

Exterior

Fonte: Adaptada OCPCA - Ordem dos Contabilistas e Peritos Contabilistas de Angola

Tabela 3. Classificação dos Mercados Financeiros quanto a Esfera de Supervisão

Banco Nacional de Angola

Comissão do Mercado de Capitais (CMC)

Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG)

M. Cambial

M. Obrigacionista

M. Seguros

M. Monetário

M. Accionista

M. Fundos de Pensões

M. Crédito

M. Mercadorias

 

 

M. Derivados

 

 

Fundos de Investimentos

 

Fonte: Adaptada OCPCA - Ordem dos Contabilistas e Peritos Contabilistas de Angola

  1. Salário Mínimo Nacional

O Decreto Presidencial n.º 91/17. Fixa para Kz: 16.503,30 (dezasseis mil, quinhentos e três Kwanzas e trinta cêntimos) o salário mínimo nacional garantido único.

 

5.1. Montante do Salário Mínimo por Grandes Agrupamentos Económicos

O salário mínimo por agrupamentos económicos são fixados para os seguintes montantes:

  • Agrupamentos do comércio e da indústria extractiva, Kz: 754,95 (vinte e quatro mil, setecentos e cinquenta e quatro Kwanzas e noventa e cinco cêntimos);
  • Agrupamentos dos transportes, dos serviços e da indústria transformadora, Kz: 629,13 (vinte mil, seiscentos e vinte e nove Kwanzas e treze cêntimos);
  • Agrupamento da agricultura, Kz: 16.503,30 (dezasseis mil, quinhentos e três Kwanzas e trinta cêntimos), (Artigo 2.º).

 

6. Qual a diferença entre poupança e investimento?

Poupar e investir têm diferentes significados e níveis de riscos distintos, porém ambos pretendem aumentar o dinheiro guardado pelos consumidores.  E importante pensar em poupar ou investir, tendo em conta os objectivos pessoais ou familiares, tais como a educação dos filhos ou a compra de uma casa, (BNA, 2016).

 

6.1. Poupança

Poupar implica economizar, ou seja, fazer um esforço para guardar algum dinheiro do seu rendimento pessoal no final do mês para utilização futura o que quer dizer cobrir necessidades ou emergências de curto prazo.

 

Ao fazermos uma poupança, estamos a colocar o nosso dinheiro em segurança e podemos facilmente utilizá-lo em caso de necessidade no futuro.

 

Os produtos relacionados com a poupança regra geral têm um menor risco para o consumidor e, por isso, também têm uma rentabilidade menor em relação a uma aplicação financeira, (BNA, 2016).

 

6.2. Investimento

Investir significa pegar no dinheiro que sobrou, ou que foi poupado, e aplicá-lo num produto financeiro bancário para termos mais recursos para realização dos nossos desejos no futuro -  é crescimento a longo prazo.

 

O consumidor quando efectua um investimento está a aplicar uma parte do rendimento que guardou em produtos financeiros que possam gerar retorno, visando ao aumento da capacidade financeira.

 

Os produtos relacionados com o investimento possuem diferentes tipos de risco para o consumidor bancário e que deverão ser considerados, (BNA, 2016).

  1. Poupança no contexto angolano

Abaixo iremos trazer algumas situações que torna difícil fazer poupança em Angola:

  1. Alguns cidadãos, têm muitos compromissos morais (sobretudo financeiro), por vezes são obrigados a ajudarem financeiramente: a sua mãe, sogras, filhos, netos, noras e outros.
  2. Família alargada (agregado familiar extensa: mulher, filhos, netos, nora, sogra …).
  3. Alguns cidadãos não incentivam membros da sua família em trabalhar ou em formações académicas e profissionais.
  4. Alguns cidadãos têm quase na sua essência (no mínimo 2 empregos e no máximo 5 empregos). Com isso, tirar a possibilidade de outros indivíduos a entrar no mercado de trabalho.
  5. Uma sociedade de polígamos. E têm muitos filhos. O custo mensal acaba sendo muito alto.
  6. Os bancos comerciais e casas de câmbios não praticam políticas atrativas. Com isso, fortalece o mercado informal (que é muito forte em Angola). Por exemplo, Kixikila é mais atrativa que o depósito a prazo.
  7. Falta de política atrativa para incentivar empresários nacionais e estrangeiro, afim de investir no mercado angolano. Onde poderiam criar muitos postos de trabalho.
  8. Em Angola não podes parcelar ou pagar bens e serviços à prestação. Por isso, muitos só conseguem alcançar seus objectivos, metas, pretensões, e sonhos na velhice. E ainda têm por consequência: leva indivíduos a praticar actos ilícitos, envergarem na corrupção, lavagem de dinheiro ou branqueamento de capital.
  9. Alguns angolanos não fazem seus investimentos em Angola, fazem no estrangeiro. Onde estes investimentos em Angola, dariam postos de trabalho e ajudariam a desenvolver o país.
  10. Para alguns nacionais a sua renda é apenas para sua sobrevivência.
  11. Custo de vida muito alta.
  12. Desvalorização da moeda.
  13. Inflação.

 

8. Produtos disponibilizados pelos Bancos

  • Depósitos a prazo: os depósitos a prazo são aplicações sem risco e cujo retorno está directamente associado ao cumprimento pelo cliente do prazo e condições acordadas, sendo que quanto maior for a duração do depósito maior será a sua rentabilidade.  Exemplos: depósitos para menores e universitários.
  • Conta poupança habitação: é uma conta destinada exclusivamente à acumulação de poupança para realizar a aquisição da sua casa própria ou para efectuar obras de melhoria.
  • Fundo de pensões: um fundo de pensões é um património autónomo, que se destina a financiar um ou vários planos de pensões para garantir rendimentos na fase de reforma.
  • Título do Banco Central (TBC): emitido pelo BNA, este produto financeiro em moeda nacional é um investimento de elevada segurança. Os títulos são vendidos a desconto, sendo que na data de vencimento o investidor recebe o capital e os juros.
  • Bilhetes do Tesouro (BT):  São activos financeiros de curto prazo emitidos em moeda nacional pelo Tesouro Nacional que possuem elevada segurança. Os títulos são vendidos a desconto, sendo que na data de vencimento o investidor recebe o capital e os juros.
  • Obrigações do Tesouro (OT): emitidas pelo Tesouro Nacional com prazo superior a dois anos, pagamentos semestrais de juros de cupão e resgate pelo valor nominal, são activos financeiros de médio-longo prazo.
  • Fundos de investimento: permite aos pequenos investidores acederem aos mercados financeiros em condições que normalmente só estariam ao alcance de profissionais qualificados. Têm um risco acrescido face a alguns instrumentos tradicionais.

Quando se aplica o dinheiro num produto financeiro pretende-se aumentar, ao final de um determinado período, o montante inicialmente concedido.  Porém, existem inúmeros produtos no mercado e, apesar do banco ser responsável por adequar os produtos comercializados aos perfis dos clientes, é importante que cada cliente procure estar informado sobre todos os riscos, taxas e prazos para tomar uma decisão em consciência, (BNA, 2016).

  1. Como fazer poupança?

A poupança surge como o motor do investimento: quanto mais dinheiro tivermos poupado para investir, mais ele se poderá multiplicar. A poupança tem dois vectores: o aforro para objectivos de longo prazo ou para aquisições de curto prazo. Se por um lado é importante não perdermos o foco nos objectivos futuros e no dinheiro necessário para eles, é igualmente importante tentar optimizar todas as compras que fazemos procurando sempre os melhores negócios. E porque no poupar é que está o ganho, aplique os seguintes métodos para ter mais dinheiro no final do mês.

  1. Controle entradas e saídas de dinheiro

O objectivo do controlo das entradas e saídas de dinheiro é tornar o dinheiro real. Só quando mede é que sabe quanto gasta realmente em cada categoria de despesa, e todos nós temos surpresas. Se se perguntar quantas horas tem de trabalhar para pagara comida que come, saberia responder?

 

O controlo do cashflow materializa-se através da elaboração de um mapa de cashflow, utilizando uma folha de Excel, um bloco de notas, ou um programa de acompanhamento financeiro como o Quicken, Mint ou o Money Manager da Kash. Este deve ter uma divisão por categorias, possibilitando o registo regular das receitas e das despesas, e limitar-se às categorias essenciais. Há pessoas que escolhem guardar recibos e anotar no final do dia, outras pessoas andam sempre com um telemóvel ou agenda e registam no acto da despesa o que saiu. Há vários métodos e o importante é ter um que funcione. 

 

Na generalidade os alguns olham apenas para a conta no início e no fim do mês. Não sabem para onde vai o dinheiro e pensam que sabem. Mesmo que tenha pouco tempo, registe pelo menos durante 3 meses as suas despesas. Acredite que ajudará ao passo seguinte, de pagar primeiro a si, e a ter mais dinheiro. 

  1. Pague primeiro a si

Pagar primeiro a si significa retirar parte do seu ordenado para uma conta poupança, assim que o recebe e antes de pagar a terceiros. Se reparar o governo, com a retenção na fonte, paga primeiro a ele: recebe o ordenado já sem os impostos. Ao pagar primeiro a si, pode não saber para onde foi o dinheiro, mas já poupou o que planeou no início do mês. A poupança recomendada a pagar primeiro a si deverá corresponder a pelo menos 1 hora do seu trabalho diário, ou seja, se trabalhar 8 horas por dia, corresponde a 12,5% de poupança. Pagar primeiro a si só irá custar nos dois primeiros meses. No primeiro, deve fazer um orçamento de quanto prevê gastar e retirar logo a quantia excedente assim que receber o ordenado. Provavelmente, não irá acertar logo à primeira, contudo no segundo mês já conseguirá ter uma maior consciência dos gastos e já estará mais à vontade para gerir a sua vida com este orçamento. Dois meses é o tempo necessário para se habituar e desenvolver outros métodos de poupança.

  1. Defina orçamentos de despesa

Ao definir orçamentos para os vários tipos de despesas estará a gerir o seu mês de acordo com o planeado, para cada categoria de despesa, tal como uma empresa faz com os seus orçamentos. Para definir orçamentos de despesa, o primeiro passo é começar a registar todas as saídas de dinheiro e a agrupá-las por categorias num mapa de despesas. Ao aplicar este método durante 3 meses, terá uma visão clara de como se mexe o seu dinheiro. Poderá assim definir valores máximos a gastar em cada uma das categorias, não esquecendo nunca a categoria que define o dinheiro que deve gastar em pequenas prendas para si.

  1. Crie um cesto da segurança

Se já consegue poupar os 12,5% por mês, então deverá começar a preocupar-se em como dividir essa poupança. É essencial ter sempre uma poupança para emergências, onde deverá ter dinheiro correspondente a 6 meses da sua média das despesas. Este dinheiro se aplicado em produtos de baixo risco e boa liquidez, estará sempre a crescer, dando-lhe uma rede de segurança para alguma eventualidade. Após ter esta poupança preenchida é altura de juntar dinheiro para os seus investimentos e para realizar os seus sonhos. Lembre-se que o dinheiro é um meio para atingirmos outros fins e poupar dinheiro para os nossos maiores objectivos é uma das melhores formas de nos motivarmos a poupar, (Kash, 2010).

9.1. Regras de Ouro da Poupança

  • Faça um bom planeamento da sua poupança, fazendo uso de instrumentos com características que lhe permitam uma otimização dos seus rendimentos.
  • Se tem dívidas, é importante fazer contas, na medida em que não será vantajoso canalizar dinheiro para uma conta que rende 1 ou 2% de juros sem procurar abater uma dívida do cartão de crédito que represente um custo de 20% ao ano.
  • Invista as poupanças de forma a não perderem valor.
  • Tenha presente que o risco e o retorno estão positivamente correlacionados: quanto maior o risco, maior pode ser o retorno possível.
  • Acompanhe as melhores soluções de mercado no que toca a contas-poupança. A melhor opção hoje pode não ser a mesma de há um ano, (BIG, 2018).
  1. Vantagens de Poupar

A poupança é fonte de riqueza para qualquer pessoa, família, empresa ou país. Equivale a quantidade de dinheiro que se recebe e não se gasta. O dinheiro que for poupado deve ser guardado, acumulado e investido.

 

A poupança serve para dar tranquilidade financeira às pessoas. Qualquer problema se torna mais complicado quando também falta dinheiro para enfrentá-lo.

 

O ideal é que cada pessoa poupe uma parte de tudo o que ganha. Fazendo isso sempre, você verá que é possível juntar mais dinheiro do que imagina.

 

Quem consegue juntar dinheiro sempre tem vantagens:

  • Vive mais tranquilo porque pode pagar as despesas em dia;
  • Pode comprar à vista e obter descontos, fazendo sobrar mais dinheiro;
  • Pode aproveitar oportunidades e fazer bons negócios;
  • Tem mais chances de ter um futuro tranquilo, (CAIXA, 2018).

Conclusão

Chegando ao final deste artigo, percebemos que não basta poupar, deve ser investida, caso contrário perde poder de compra com o aumento da inflação.

 

Vimos também que um dos factores para as famílias terem poder de compras são as políticas: fiscal, monetária e cambial, implementas pelo Estado angolano (que hora é expansionista e contraccionista), que refletem na vida das famílias.

 

Em partes este fenómeno negativo a “crise”, veio reeducar ou despertar a população sobre a poupança.

 

Quanto as hipóteses foram todas confirmadas.

 

Referências Bibliográficas

 

BIG. (2018). Gerar Poupança. Lisboa: Banco de Investimento Global.

BNA. (2016). Guia do Consumidor Bancário: Um Guia de Suporte à Relação entre Consumidores e Bancos. Luanda: Banco Nacional de Angola.

CAIXA. (2018). Fundamentos de Educação Financeira. Brasília: CAIXA.

Calleja, J. (2008). Os Professores Deste Século. Algumas Reflexões. Revista Institucional Universidad Tecnológica del Chocó.

Kash. (2010). Mandamentos da Poupança. Lisboa: Kash Finanças Pessoais.

Universidade Católica de Angola. (2015). Relatório Social de Angola. Luanda: Universidade Católica de Angola.

 Legislação Consultada:

Decreto Presidencial n.º 91/17. Fixa para Kz: 16.503,30 o salário mínimo nacional garantido único. - Revoga toda a legislação que contrarie o disposto no presente Diploma, nomeadamente o Decreto Presidencial n.º 144/14, de 9 de Junho. (7 de Junho de 2017). [I Série – N.º 90]. Luanda: Imprensa Nacional.

 

Dinheiro parado é dinheiro perdido. E a poupança deve ser maior que os gastos!!!

 

[1] Graduado no Curso de Administração Pública, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais (CIS), evandro.amaral2015@hotmail.com; 

 

25
Abr18

PROPOSTAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MORRO BENTO


Evandro José Coelho do Amaral

PROPOSTAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MORRO BENTO

PROPOSALS FOR THE SUSTAINABLE DEVELOPMENT OF MORRO BENTO

NewPaper nº 50/2018

 

Amaral, Evandro José Coelho do [1]

Clica aqui para ver na versão PDF

Resumo

Neste artigo vamos trazer o Programa Autarca: Manifesto do Candidato para as Autarquias em Angola de 2020 no Município de Luanda – Distrito Urbano da Samba (Bairro Morro Bento). Afim de ajudar o Governo Provincial de Luanda.

Palavras-chaves: Propostas, Autarquias e Morro Bento.

 

Abstract

In this article we will bring the Autarch Program: Manifesto of the Candidate for the Autarchies in Angola of 2020 in the Municipality of Luanda - Samba Urban District (Morro Bento District). In order to help the Provincial Government of Luanda.

Keywords: Proposals, Autarchies and Morro Bento.

 

Introdução

Segundo a Lei n.º 18/16 de 17 de Outubro de 2016, que aborda a nova divisão política administrativo da Província de Luanda. O Município de Luanda compreende os Distritos Urbanos do Sambizanga, do Rangel, da Maianga, da Ingombota, da Samba, do Neves Bendinha e do Ngola Kiluanje.

  

Sendo que o Morro Bento, encontra-se situado no Distrito Urbano da Samba. Este bairro liga a rua 21 de Janeiro (Rua do Kikagil) e as avenidas 21 de Janeiro e Pedro de Castro Van-Dúnem “Loy”, em Luanda.

  1. Proposta para o Morro Bento

1.1. Jovem Angolano Autarca

"Jovem angolano Autarca" é um projeto que visa cidadania, valorizando as opiniões dos jovens, suas ideias e perspectivas para o futuro.

 

Ao tomar parte activa nas decisões políticas de seu município, o jovem desempenha papel de porta-voz de seus pares, sendo co-responsável gestão de um orçamento que lhe é atribuído e que procura implementar os projetos que ele idealizou, numa lógica de diálogo e sustentabilidade.

 

1.2. Energia e Águas

Dever-se-á implementar mais Postos de Transformação (PT) no Morro Bento, assim contribuirá para uma boa tensão de energia eléctrica recomendável.

 

Deve ser implementado um piquete (24h/24h) da Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE), em caso de qualquer avarias técnicas de energia eléctrica, estarão pronto para responder esses problemas.

 

A corrente eléctrica deve ser 24h/24h, em caso de possíveis problemas técnicos será avisado os moradores e se assim não for a empresa prestadora de serviços, pagará indemnização aos moradores.

 

Deve ser proibido o uso de geradores domiciliares, devido a poluição sonora e atmosférica. Quem o fizer, o uso pagará uma multa.

 

O sistema de iluminação pública deve ser reinstalado.

 

Instalação de contadores eléctricos pré-pagos.

 

Os moradores não devem precisar carretar água com bidons e nem a compra em caminhões cisternas. Porque esse sofrimento deve acabar, deverão ter água tratada nas torneiras.

 

Proibir a construção de tanques (ou reservatório de água), porque é prejudicial a saúde.

 

A prevalência de maus hábitos da população em desviar energia e águas, com o consequente não pagamento dos serviços prestados. Deve ser multado, preso por desacato e com uma pena de 100 anos e sem fiança.

 

Nenhum morador deve ficar sem energia e água em sua residência.

 

1.3. Juventude

Segundo o censo em 2014, afirmou que a população angolana é maioritariamente jovem. Com vista a dar resposta às necessidades dos jovens e a promover o seu bem-estar social e a melhorar a sua qualidade de vida.

 

Deve-se criar:  Centros comunitários para a juventude, biblioteca para a comunidade, campos desportivos, anfitriões (para palestras, seminários e fóruns), centros culturais, parques urbanos e lazeres.

 

1.4. Educação

A educação que é chave para o desenvolvimento de qualquer país. Dever-se abrir uma verba para investigação cientifica no Morro Bento.

 

Alguns colégios existentes no Morro Bento, deve-se ser convertido para Escolas, Institutos, Creches e Universidades estatais ou comparticipadas, pagar-se-á apenas uma taxa mínima anual.

 

Deve ter maior fiscalização as escolas e universidades.

 

A merenda escolar deve ser obrigatória.

 

Os materiais escolares (caderno, livros e outros), deve ser grátis.

 

Os cidadãos deste bairro devem beneficiar de bolsas de estudos internas e externas.

 

Pagará uma multa os pais que não colocarem o seu filho na escola.

 

A educação deve ser obrigatória.

 

Ter um controlo rigorosa dos docentes.

 

A educação é um desafio ou uma responsabilidade de todos os cidadãos nacionais.

 

1.5. Saúde

Algumas clinicas estatais deve ser convertido também para estatais, onde prestará serviços médicos e medicamentosa aos cidadãos deste bairro gratuitamente.

 

Não deve existir águas paradas, deve ser melhorada a rede de saneamento básico.

 

Ter multa para quem deitar lixo e água de esgoto na rua. E também para aqueles indivíduos que lavarem sua viatura na rua ou no passeio.

 

Deve ser construído novas unidades sanitárias.

 

Ter serviço eficiente do transporte (ambulância) de doentes gratuita, para os primeiros socorros.

 

Apostar na credibilização da qualidade da rede de saúde pública.

 

Os recursos humanos das unidades sanitárias do Morro Bento devem ser moradores do bairro.

 

Deve-se criar acções de saúde preventiva e da educação para a saúde.

 

Ser investido nas campanhas de profilaxia. Ter mapa sanitário.

 

Melhorar a saúde materno-infantil.

 

Promoção de hábitos e estilos de vida saudáveis.

 

Os funcionários das unidades sanitárias que desviar os medicamentos, estar envolvido em corrupção, lavagem de dinheiro. Deve ter uma pena de 100 anos ou pena de morte e sem fiança.

 

O juramento de Hipócrates deve ser uma obrigatoriedade: irão jurar praticar a medicina honestamente e em qualquer local onde estiverem deverão prestar os serviços médicos.

 

1.6. Telecomunicações e Tecnologias de Informação

Nos dias de hoje, abriu-se mão a um sector da economia, o 4º sector da economia que é precisamente das TIC´S. Que também é uma das fontes de rendimento de vários países, porque essas tecnologias podem ser exportadas para aqueles países que não a possuem. E este sector é dinâmico, as tecnologias de séculos passados, nos dias actuais foram actualizadas, inovadas.

 

Os moradores do Morro Bento, devem beneficiar de internet Wi-fi (com bloqueador de sites) gratuitamente nas ruas, centros culturais, parques urbanos…

 

Deve ter um software que permitirá o intercâmbio com a Administração Pública e os moradores, afim de deixarem suas sugestões e críticas.  Onde os moradores possam enviar fotos de algum problema da sua rua.

 

Procurar apostar no campo tecnológico, para formação, capacitação e desenvolvimento de tecnologias.

 

Apoiar a realização e fiscalização de estudos e projectos para o desenvolvimento da sociedade de informação ao nível do Morro Bento.

 

Promover o reforço da cobertura de sinal das operadoras móveis nacionais.

 

Deve ser implementado sistema de controlo de trânsito com apoio de câmaras de videovigilância.

Instalar novos sistemas de semáforos.  E acabar com antenas de sinais telefonia móvel próximas as residências.

 

1.7. Administração Pública

A Administração Pública tem como objectivo trabalhar em favor do interesse público e dos direitos e interesses dos cidadãos que administra.

 

Em suma, podemos definir Administração Pública como toda actividade do Estado.

 

As residências devem ser numeradas e registadas (legalizadas).

 

Deve ser efectuado um registo dos animais, ter uma lei contra maltratos dos animais

 

Neste bairro deve ter os seguintes serviços, com uma autónima local:

  • Administração local;
  • Esquadra, Posto e Destacamento da Polícia Nacional;
  • Posto dos Serviços dos Bombeiros;
  • Posto da Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE);
  • Piquete da Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE);
  • Posto da Empresa Provincial de Água de Luanda (EPAL);
  • Repartição da Empresa de Limpeza e Saneamento de Luanda (ELISAL);
  • Repartição do Instituto Nacional de Estatística (INE);
  • Posto do Serviço de Identificação Civil e Criminal;
  • Posto do Instituto de Segurança Social (INSS);
  • Posto da AGT- Administração Geral Tributária;
  • Repartições de Bancos Comercias;
  • Posto da Direcção Nacional de Viação e Trânsito (DNVT) e outros serviços.

 

Procurar informatizar toda a actividade fiscalizadora do Morro Bento.

 

Criar boletim de reclamações e sugestões. Apostar na recolha de dados e estatísticas.

 

Fazer auscultação pública sobre os problemas que afligem os moradores e dar a participação dos cidadãos em assuntos ou tomada de decisão do interesse nacional. 

 

1.8. Parques Urbanos

A figura acima, é uma proposta arquitectónica de um parque de lazer do Bernardo S. Firmino – ISPAJ (2017). Para os conjuntos habitacionais do Morro Bento.

 

Os parques urbanos têm uma função importante: no meio de cidades com uma grande população proporcionam sensação de paz e ajudam a relaxar. O melhor de tudo é que na maioria das vezes têm entrada gratuita. Com enormes espaços verdes, cadeias montanhosas e palácios — parques para todos os gostos. Nenhuma visita a uma cidade grande fica completa sem se conhecer o seu maior parque[2].

 

2.9. Zonas Verde

Áreas Verdes Urbanas são espaços abertos com predominância de cobertura vegetal, que variam de acordo com o grau de intervenção do homem.

 

Procurar seguir os teóricos internacionais sobre as três categorias:  Áreas Verdes Naturais, Áreas Verdes Urbanizadas e Áreas Verdes de Cultivo.

  1. Áreas Verdes Naturais: são aquelas poupadas à ocupação e institucionalmente podem se apresentar como Parques, Reservas, ou áreas não edificantes.
  2. Áreas Verdes de Cultivo: são geralmente aquelas junto às cidades que constituem o seu cinturão verde. Nesta categoria podem ser incluídos até mesmo os reflorestamentos económicos.
  3. Áreas Verdes Urbanizadas: constituem a categoria mais complexa. Englobam desde pequenos parques até os bairros verdes, passando por áreas institucionais. É o verde resultante do desenho urbano, desde o planeamento que define onde, como e quanto construir, assim como, onde e quanto de espaço aberto ser deixado até o projecto paisagístico que define como tratá-lo[3].

 

Este problema de falta de zona de verde e de parques urbanos em Luanda, já é antigo, muitas crianças nascem sem conhecer um parque urbano e curiosamente em algumas escolas do ensino primário de Luanda, não possuem áreas de recreação para as crianças. Recentemente Angola, foi considerado um dos países mais infeliz do mundo. Acreditamos que podem estar em causa os seguintes elementos: a falta de parques urbanos e zonas verdes, existência de desigualdade social, falta de infraestruturas (rodoviário, marítima, ferroviário, aeroportuário, escolas e hospitais), as assimétricas regionais, entre outras.

 

Apostar nas áreas verdes entre as casas: trânsito de pedestre fora das ruas;

 

Criar zonas verdes e ajardinadas;

 

Apostar na educação ambiental para a população.

 

1.10. Outros

Para além dos pontos acima mencionados, traremos outras propostas relevantes para os moradores do Morro Bento, a saber:

  • Bolsa Família: consiste na ajuda financeira às famílias pobres. Para o combate da fome e da pobreza;
  • Serviços Comunitários: será para disciplinar os moradores, quando cometer uma irregularidade no Morro Bento, o seu castigo será fazer serviços comunitários (limpeza nas ruas ou em algumas instituições e outros serviços);
  • Impostos: o Morro Bento, o seu rendimento será dos impostos: IPU – Imposto Predial Urbano (para residências acima de 5.0000 KZ), sendo que o Morro Bento é uma área comercial, será retido os impostos (Sisa, IPU, Imposto Industrial, taxa de liquidação e IAC), beneficiado da AGT- Administração Geral Tributária das empresas e contribuintes do Morro Bento. Não ficará de fora as taxas de lixo, energia e águas, gás e saneamento básico.
  • Cidadão menor de 18 anos: os pais dos cidadãos menores devem ter um subsidio mensal.
  • Subsidio de Desemprego: os desempregados deste bairro devem ter um subsidio mensal e acompanhado com algumas formações profissionais.
  • Requalificação Gradual: Deve ser efectuado requalificação gradual no Morro Bento, com a finalidade de deixa-la mais sustentável.
  • Transportes Públicos: Deve-se extinguir os candongueiros para táxis turismos e licenciado. Construir infraestrutura ferroviária aérea (devido algumas construções no Morro Bento);
  • Construção: será efectuado fiscalização das construções (para acabar com obras anárquicas), asfaltar todas ruas do Morro Bento (afim de termos mais vias secundárias e terciarias) e construções de mais infraestruturas essenciais para o desenvolvimento sustentável do Morro Bento;
  • Centro de Reabilitação: Deve ser gratuitamente;
  • Centro de Ajuda Académica: ajuda, pesquisa, investigação…
  • Centro de Proteção Social: Para realização de serviços, programas e projetos de prevenção de risco e assistência básica para pessoas em situação de risco ou vulnerabilidade social. O objetivo desse serviço é promover a melhoria da qualidade de vida da população, com ações focadas no atendimento das necessidades básicas;
  • Centro de Proteção Animal: para proteção dos animais. E posteriormente a construir de uma Clínica Veterinária Petshop para a comunidade.
  • Casa para os menos favorecidos: construir residências para cidadãos menos beneficiados ou com uma renda (salário) baixo.
  • Arborização: Apostar mais em arborização, porque sendo um país tropical, não teria a necessidade de ter esses muros altos e sim mais árvores. Onde será uma obrigação de todos moradores do Morro bento.
  • Os Correios de Angola: ter uma repartição da Empresa Nacional de Correios e Telégrafos de Angola, onde: o bilhete de identidade, carta de condução, passaporte, factura de água, gás e energia, telefone, cartão multicaixa e outros. Deve ser feito pelos correios do Morro Bento, que fará chegar nas residências dos moradores as suas correspondências.
  • Legislação: Criar regulamentação específica que obrigue a integrar nos processos de planeamento a necessária consideração dos riscos territoriais (de derrocada, de cheias e inundações, etc.), Lei do ruído, Lei do saneamento básico e outros.
  • O Meio Ambiente: Deve ser multado todo individuo que poluir o meio ambiente e o individuo deitar resíduos sólidos ao meio ambiente.
  • Reciclagem de Lixo:Deve ser separado o lixo por categorias e cores a saber: Azul - Papel/papelão; Amarelo - Metal; Verde -Vidro; Vermelho – Plástico; Marrom - Orgânico; Laranja - Resíduos perigosos; Preto - Madeira; Cinza - Resíduos gerais não recicláveis ou misturados, ou contaminado não passível de separação; Roxo - Resíduos radioativos; Branco - Resíduos ambulatórias e de serviço de saúde.

Deve ser transformado objetos materiais usados em novos produtos para o consumo. Esta necessidade foi despertada pelos seres humanos, a partir do momento em que se verificaram os benefícios que este procedimento traz para o planeta Terra.

 

Bem como pode ser utilizado como fonte de alimentação de usinas e centrais térmicas. Com a finalidade de fornecer corrente de energia eléctrica mais sustentável. 

 

Conclusão

Chegando afinal deste artigo, para além dos aspectos acima mencionados no Morro Bento, deve-se melhorar as seguintes aéreas:

  • Reabilitação e construção de infraestruturas básicas;
  • Desenvolvimento da rede de água e energia;
  • Construção e reconstrução de estradas, pontes e ferrovias;
  • Uma boa rede de hospitais e clínicas;
  • Criação de postos de trabalho;
  • Um bom sistema educacional;
  • Infraestruturas de hotelaria e turismo eficientes;
  • Zonas Verdes, Parques Urbanos e Arborização
  • O objectivo é reduzir a pobreza e as assimetrias regionais.

Deve-se procurar trabalhar com a estatística da população do Morro Bento, com isso, ajudará na boa governação e deve-se criar uma filiar do Instituto Nacional de Estatística (INE) de Angola, no Morro Bento, para estarem a realizar várias pesquisas do Morro Bento, afim de facilitar no desenvolvimento sustentável do Morro Bento.

 

O Morro Bento pode ser um local com custo de vida baixo e com melhores condições de vida para os cidadãos. 


Com a ajuda de Deus conseguiremos desenvolver o Morro Bento.

 

Este artigo não é o completo, é uma parte do programa, os interessados para obterem o trabalho final de 23 páginas, devem enviar um email para: evandro.amaral2015@hotmail.com ou consultar os seguintes sites:

  • https://sites.google.com/site/paginadoevandroamaral/
  • http://evandroamaral.blogs.sapo.ao/

 

[1] Graduado no Curso de Administração Pública, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais (CIS), evandro.amaral2015@hotmail.com; 

 

[2] Insider Pro. (2016). Os 30 parques urbanos mais bonitos do mundo. Insider Pro. Obtido em 10 de Janeiro de 2018, de https://pt.insider.pro/photo/2016-08-30/os-30-parques-urbanos-mais-bonitos-do-mundo/

 

[3] Kohler, M. C., Romero, M., Penhalber, E., Cortes, M., & Cabral, V. (2000). Vi-050 - Áreas Verdes no Município de São Paulo: Análises, Tendências e Perspectivas. São Paulo: XXVII Congresso Interamericano de Engenharia Sanitária e Ambiental. Obtido em 10 de Janeiro de 2018, de http://www.bvsde.paho.org/bvsaidis/impactos/vi-050.pdf

25
Abr18

SOLUÇÕES PARA OS BANCOS COMERCIAIS E CASAS DE CÂMBIO DE ANGOLA


Evandro José Coelho do Amaral

SOLUÇÕES PARA OS BANCOS COMERCIAIS E CASAS DE CÂMBIO DE ANGOLA

SOLUTIONS FOR THE COMMERCIAL BANKS AND EXCHANGE HOUSES OF ANGOLA

NewPaper nº 49/2018

 

Amaral, Evandro José Coelho do [1]

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Resumo

Neste artigo traremos sugestões ou propostas de melhorias para os Banco Comerciais e Casas de Câmbio de Angola. Acreditamos que este problema deve ser resolvido quanto antes, porque vem dificultando a vida de muitos cidadãos e sobretudo a classe empresarial.

 Palavras-chaves: Bancos Comerciais, Casas de Cambio e Angola.

 

Abstract

In this article we will bring suggestions or proposals for improvements to the Commercial Banks and Exchange Houses of Angola. We believe that this problem must be solved as soon as possible, because it has been making life difficult for many citizens, especially the business class.

Keywords: Commercial Banks, Exchange Houses and Angola.

 

Introdução

Os Bancos Comerciais e Casas de Câmbio jogam um papel muito importante em países em via desenvolvimento. Porque há mais importação de bens e serviços e menos exportação.

 

Então a procura de moeda estrangeira é muito elevada. Isto ocorre em Angola, ainda tem muitos problemas estruturais levam muitos cidadãos a busca de bens e serviços no exterior do país.

 

Com a crise económica e financeira devido a queda do petróleo no mercado Internacional. E Angola, também foi restringido moeda estrangeira, porque foi encontrado séries de divisas em países considerados terroristas. Com isso, Angola foi acusado de Branqueamento de Capital e por não prestar contas ao Banco Mundial.

 

Com essas situações, aparece muitos angolanos, sem qualquer caracter de patriotismo e nacionalismo. Procuram aproveitar desta situação para proveitos próprios.

 

A problemática desta pesquisa tem haver com algumas situações identificadas nos Bancos Comerciais e Casas de Câmbio de Angola. Com isso, procuramos saber os motivos que estão na base deste incumprimento da prestação de serviços cambial, que vem causando a subida de preços de bens e serviços, pouca importação, entre outras. O que não se entende, é pelo facto, os bancos comerciantes não possuem divisas, mas no mercado informal (kinguilas) tem em posse; ainda por sua vez, existe um portal da internet, onde pode-se consultar o cambio do dia, denominado Kinguila Hoje (http://www.kinguilahoje.com/).  

 

Porque coloca-se várias variantes a saber: corrupção, falta de vontade política, pessoal incapacitado, a não utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação, excesso de burocracia, nepotismo, falta de despartidarização, falta de patriotismo, falta de fiscalização, a falta de cumprimento do regulamento interno, o não cumprimento das obrigações estabelecidas, dependência política, a falta de quadros, entre outras.

 

  1. Propostas de melhorias para os Banco Comerciais e Casas de Câmbio de Angola

Abaixo iremos trazer algumas sugestões/propostas de melhorias para os Banco Comerciais e Casas de Cambio de Angola:

  1. Optar no sistema de câmbio fixo, isto porque, a pouca produção nacional e muita importação, com isso, vem contribuindo na desvalorização da moeda, nas alterações dos preços de bens e serviços (inflação). Acreditamos não ser o momento ideal para optarem no sistema de câmbio flutuante.
  2. O BNA, deve procurar saber quantos bancos comerciais e casas de câmbios tem Angola e depois dividir pela quantidade de moeda estrangeira disponível pelo BNA, o resultado será a quantia que cada entidade financeira terá. Se assim não for, haverá injustiça, corrupção, branqueamento de capital… Deve cessar o sistema de leilão para obtenção de moeda estrangeira.
  3. O BNA, deve criar políticas de fiscalização e de penalização para os Bancos Comerciais e Casas de Câmbio, que não fazem a prestação de contas e em não disponibilizarem moeda estrangeira aos seus colaboradores/clientes.
  4. Reforçar a lei da proibição de venda e compra de moeda estrangeira no mercado informal (nas ruas).
  5. O BNA, deve procurar ser independente (esse é um problema estrutural, bem como os tribunais deveriam ser independentes, afim de ajudarem no combate a corrupção e o branqueamento de capital), com essa independência, o BNA, iria receber as moedas estrangeiras de forma directa e não por bancos de correspondências.
  6. O BNA, dever colaborar com a Polícia Nacional, e criar várias equipas para trabalharem disfarçados, afim de apreenderem os malfeitores e posteriormente saber-se-á a origem do dinheiro (qual entidade comercial que vendeu a moeda estrangeira).
  7. O BNA, deve criar um dispositivo informático (software), que a polícia poderá utilizar para identificar a origem (isto a partir das séries da nota), afim de serem mais eficiente e eficazes no seu trabalho.
  8. O BNA, deve procurar meios de ter o controlo dos bancos comerciais e casa de câmbios.
  9. Os Bancos Comerciais e Casas de Câmbios em praticarem políticas atrativas cambiais.
  10. O BNA, deveria ter um decreto, em que o funcionário quer do BNA, Bancos Comerciais e Casas de Câmbio, que desviar, furtar, transferir ou estar envolvido em actos ilícitos de corrupção e branqueamento de capital, deveria ter a pena de 100 anos e sem fiança.
  11. Fazer auditórias aos bancários e responsáveis das Casas de Câmbio.
  12. Passar a escutar os telemóveis dos funcionários dos Bancos Comerciais e Casas de Câmbio.
  13. Os funcionários dos Bancos Comerciais e Casas de Câmbio, devem declarar os seus bens.
  14. Punir os Bancos Comerciais e Casas de Câmbio, que negar ou não satisfazer a solicitação dos clientes.
  15. Criar denúncias anónimas para o combate a corrupção, branqueamento de dinheiro ou lavagem de dinheiro.
  16. Terminar com o mercado informal (especificamente as kinguilas). Como é obvio, a falta de vontade política e de melhoria da prestação de serviços cambias, porque até ao momento, existe um site que disponibiliza o câmbio do dia, isso do mercado informal (deve-se acabar com este site, mais rapidamente).

Conclusão

Chegando ao final deste artigo, percebemos que muitos angolanos não são patriotas. Continuam a implementar o neocolonialismo e usando as seguintes expressões:

  • Salve quem puder;
  • Isso é Angola, aproveita;
  • Todos aqui roubam é só você que não? Estás armado de quê?
  • És muito burro, aproveita! Porque quando as coisas melhorar, será difícil;
  • Aqui é o país do pai banana. Onde tudo é possível.

Com cambio flutuante a situação continua. O que será?

 

Se o país adoptasse um sistema de câmbio perfeitamente flexível, todo o impacto inicial decorrente da fuga de capitais ocorreria sobre a taxa de câmbio, ou seja, haveria uma desvalorização cambial. Há forte intervenção do governo na fixação das taxas de câmbio, seja por especulação dos mercados, seja pelas grandes alterações na economia provocadas por bruscas variações na taxa de câmbio.

 

Quanto maior a taxa de câmbio, maior o volume que as empresas desejam exportar. Quanto menor, menor o volume de exportação. A oferta de divisas é proporcional á taxa de câmbio, ou seja, crescente em relação ao câmbio. 

 

Quando a taxa de câmbio é maior, menor a quantidade de empresas que desejam importar e menor a demanda de divisas para o exterior. A quantidade de divisas também pode se alterar com a maior demanda de produtos nacionais no mercado externo, dependendo também da renda do país importador.

 

“MELHORAR O QUE ESTÁ BEM E CORRIGIR O QUE ESTÁ MAL”.

 

[1] Graduado no Curso de Administração Pública, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais (CIS), evandro.amaral2015@hotmail.com; 

 

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