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Evandro José Coelho do Amaral

Evandro José Coelho do Amaral, Licenciado em Administração Pública pelo INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E RELAÇÕES INTERNACIONAIS (CIS).

Evandro José Coelho do Amaral, Licenciado em Administração Pública pelo INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E RELAÇÕES INTERNACIONAIS (CIS).

Evandro José Coelho do Amaral

04
Fev18

O SUPER-HOMEM AFRICANO


Evandro José Coelho do Amaral

O SUPER-HOMEM AFRICANO

THE AFRICAN SUPERMAN

NewPaper nº 09/2018

Amaral, Evandro José Coelho do [1]

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Resumo

Este artigo, com o tema o Super-homem africano é uma ficção, baseado pelo facto de África apresentar características desastrosas: epidemias, fome, pobreza, ruinas, doenças, pragas, entre outros. Com isso, percebemos que vem criar superpoderes aos africanos, a saber: resistente, pacifico, ambicioso, optimista, solidário, empreendedor, corajosos, confiante …

Palavras-chaves: Super-homem, Poderes e Africano.

 

Abstract

This article, as subject the African Superman is a fiction, based on the fact that Africa presents disastrous characteristics: epidemics, hunger, poverty, ruins, diseases, plagues, among others. With this, we perceive come to create superpowers to Africans, namely: resistant, peaceful, ambitious, optimistic, supportive, enterprising, courageous, confident ...

Keywords: Superman, Powers and African.

 

Introdução

Carolus Linnaeus (1758), criador da taxonomia moderna e do termo Homo sapiens, reconheceu quatro variedades do homem:

1) Americano (Homo sapiens americanus: vermelho, mau temperamento, subjugável);

2) Europeu (europaeus: branco, sério, forte);

3) Asiático (Homo sapiens asiaticus: amarelo, melancólico, ganancioso);

4) Africano (Homo sapiens afer: preto, impassível, preguiçoso)[2].

 

O autor define o africano de preguiçoso, daí perguntamos não estará ele a descansar depois do processo ou maltratos da colonização?

 

A problemática desta pesquisa tem haver, as dificuldades que muitos africanos enfrentam dia-a-dia. Por exemplo: alguns vivem em zonas de risco, outros vivem ao lado de esgoto e lixo, fora do sistema de ensino e com sistema de saúde deficitário.

 

E ainda na sua maior os cidadãos têm necessidade de acordar 4h, 5h ou 6 horas da manhã para fins diversos (principalmente para ir trabalhar), para evitar constrangimento no trânsito; logo um outro problema de algumas regiões ou municípios de alguns países de africanos, quando é vítima de chuva, é motivos de grande preocupação sobretudo as inundações, falta de energia eléctrica, muitos cidadãos ficam desalojadas. Para lembrar que, alguns municípios e distritos urbanos, ficam intransitável e muitos cidadãos não vão trabalhar, quase que o país não produz por estar a chover. Existe ainda muitos cidadãos, que não conseguem colocar sua viatura em casa.

 

Uma pessoa que acorda antes do sol nascer e em condições precárias (talvez tenha dormido sem energia elétrica que vai culminou à não alimentação do ar-condicionado e ainda escutando ser picado pela fêmea do mosquito), vamos dizer que é preguiçoso?

 

Pode-se colocar as seguintes variantes, a saber: falta de saneamento básico, falta de infra-estrutura, atraso histórico, exploração europeia, investimentos errados, conflitos internos, ganância e orgulho.

 

Apesar dos parágrafos acima, o africano não desiste, vai empreendendo ultrapassando as suas vicissitudes diárias.

 

Vimos casos de indivíduos sendo pobres, mas ainda compartilham o pouco que tem ao seu concidadão, isso é solidariedade.

 

Depois são alvos de pronunciamento de Donald Trump, sobre os africanos, afirmando o seguinte:

  • África precisa ser recolonizada (isto é, contra os direitos humanos e sobre a soberania dos Estados);
  • Trump disse que os africanos são escravos que vivem como escravos em sua própria terra, mas eles afirmam que eles são independentes (fruto dos ensinamentos do Colonizador).
  • Líderes africanos alteraram a constituição em seu favor de modo que eles podem ser presidentes vivos-vitalícios.
  • Donald Trump, que se referiu a nações africanas como "países de merda" (Em quanto a Europa, América, crescia economicamente ou desenvolvia, a África estava a ser explorado. Neste intervalo de 1400 – 1950, aconteceu: expansão mercantilística; a revolução industrial; as duas grandes guerras; o comércio de escravos; a guerra fria; o colonialismo).
  • Presidente Americano Donald Trump sobre África por causa dos regimes de lideres ladrões, corruptos e sanguinários que levam a economia dos seus países para investirem no ocidente a África continua no desastre permanentemente.
  • Se Deus queria que brancos e negros fossem os mesmos, ele teria nos criado com a mesma cor e inteligência. Deus não é um tolo para nos criar diferentes: branco, preto, amarelo. Intelectualmente branco é superior ao preto.
  • A única coisa que os negros sabem é fazer barulho, dançar, se casar com muitas mulheres, beber álcool, praticar bruxaria destrutiva, abusar do sexo, disfarçar na igreja, invejar, lutar e discutir absurdos.
  • Portanto, o homem branco foi cultivado para governar o homem negro. Os africanos passam suas vidas sonhando acordados (como já tem acontecido).
  • Para o homem branco, a pobreza é uma doença, enquanto que para o homem negro, a pobreza é uma norma.
  • Em África, quando chove muitos africanos, em vez de estarem a cultivar, têm preferências em fazer sexo ou de estar a dormir.
  • Para o africano estar desempregado é normal, mas para o europeu e americano é uma grande preocupação.
  • Os negros têm minerais e vivem mal. Então, o trabalho de nós (branco) é ir para a África, tomar o que é bom e deixar o que não é bom para os negros. A pior coisa sobre a África é que, se você tentar falar sobre o que é certo, eles vão vencê-lo, aprisioná-lo ou desaparecer.

 

Conclusão

Em suma, notamos que existe sim, uma grande influência do ocidente [do branco], para África. Aproveita as fragilidades, orgulho e ganância de alguns lideres africanos, para puder criar essa dependência. Conforme dizem, "a melhor maneira de esconder algo de um negro [africano] é colocá-lo dentro de um livro ". Algumas culturas africanas têm sido hostilizado pelos ocidentais, como forma para dependência cultural, económica, social e tecnológica.

 

Por fim, por evidencias em África, os povos eram muito unidos, até a chegada dos colonizadores, mas o grande culpado da implementação do racismo em África é o homem branco, que incentivou este sistema discriminatório, para inferiorizar o negro, partindo do adagie, que tudo feito pelo branco é bom ou de boa qualidade, desprezando os negros, os brancos também incitaram o racismo do negro para o negro.

 

Muitos os governantes/empresários angolanos não gostam de trabalhar com os angolanos porque os vêem como incapacitados.

 

Entendemos que o europeu e americano, têm criado vacinas contaminadas de vírus (infertilidade e outras doenças), para o continente africano e para depois venderem o antidoto.

 

Vem para África, europeus e americano fingido de turistas onde são espiões e voltam para seu continente e dizerem formas para criar dependências (quer económicas, social, cultural e políticas) ou como é preciso colonizar novamente a África".

 

A sede da União Africana, em Addis Abeba, Etiópia, por exemplo, foi construído por empreiteira da República Popular da China, onde tinham colocados equipamentos espiões.

 

A previsão de diferença entre África e Europa é de 50 a 80 anos. Mas nem com isso, pode-se cair em desespero, porque o caso de Dubai foi construído aproximadamente 10 anos e em condições menos favorável ao ser humano “Deserto” (diziam que não tinha condições para ser considerado um espaço vital).

 

Os africanos valorizam mais as moedas estrangeiras (sobretudo o Dólar e o Euro), desvalorizando a sua própria moeda. Isto faz com que, o europeu e americano, quando pretende enganar os africanos, com ajudas internacionais ou empréstimos internacionais (Banco Mundial), apenas imprimir mais moeda imprensa e trás para África que ocasiona dependências e dividas públicas para África.

 

Afirma-se poderá acontecer o fim do mundo e que muitos africanos, poderão não ver desenvolvimento de África e se calhar nem os seus netos. Esperemos bem que não, que até 2030 este quadro seja invertido.

 

Apesar dos insultos e abusos que muitos africanos encaram, não é assunto que coloca cabisbaixo, porque muitos deles conseguem vencer este medo e aprendem encarar de forma normal.

 

[1] Graduado no Curso de Administração Pública, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais (CIS), evandro.amaral2015@hotmail.com; 

[2] Santos, D. J., Palomares, N. B., Normando, D., & Quintão, C. C. (2010). Raça versus Etnia: Diferenciar para Melhor Aplicar. Dental Press J Orthod, 15(3):121-4.

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