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Evandro José Coelho do Amaral

Evandro José Coelho do Amaral, Licenciado em Administração Pública pelo INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E RELAÇÕES INTERNACIONAIS (CIS).

Evandro José Coelho do Amaral, Licenciado em Administração Pública pelo INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E RELAÇÕES INTERNACIONAIS (CIS).

Evandro José Coelho do Amaral

20
Fev18

PROFESSORES ESTRANGEIROS, VÃO LECCIONAR EM ANGOLA


Evandro José Coelho do Amaral

PROFESSORES ESTRANGEIROS, VÃO LECCIONAR EM ANGOLA

FOREIGN TEACHERS, WILL LESSON IN ANGOLA

NewPaper nº 18/2018

Amaral, Evandro José Coelho do [1]

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Resumo

O intuito desta pesquisa, foi para contrapor a contratação de professores estrangeiros para leccionar em Angola. Onde o território nacional, já dispõe de muitos licenciados desempregados, assim, pode ser visto pela comunidade académica como “insulto e falta de respeito” aos angolanos. Angola não contrata professores há mais de cinco anos.

Palavras-chaves: Professores, Estrangeiros e Angola.

 

Abstract

The purpose of this research was to counteract the hiring of foreign teachers to teach in Angola. Where the national territory, already has many graduates unemployed, thus, can be seen by the academic community as "insult and disrespect" to Angolans. Angola has not hired teachers for more than five years.

Keywords: Teachers, Foreign and Angola.

 

Introdução

Professores cabo-verdianos devem chegam a Angola em qualquer momento para leccionar em Angola. A solicitação, foi feita pelo ministro angolano da Relações Exteriores, sem o conhecimento da titular da pasta da Educação, Cândida Teixeira, segundo uma fonte ministerial contactada pelo Nova Gazeta (NG). O gesto de Manuel Augusto está a ser visto pela comunidade académica como “insultos e falta de respeito” aos angolanos formados que se encontram desempregados. Licenciados e sindicados sentem-se revoltados e conjecturam uma “convulsão social” com a aplicação da medida. Angola não contrata professores há mais de cinco anos, (Nova Gazeta, 2018).

 

Nas contratações para professores e para a administração de Universidades privadas, os privilégios geralmente vão para os (estrangeiros, principalmente portugueses e cubanos). 

 

No ano passado foi também notícia em destaque na contratação de professores cubanos, onde mal pronunciam o português, também foi palco de muitas críticas. Onde já não se fala acerca desta temática.

 

Então o que se deve fazer, é procurar importar quadros nacionais, qualificados, residentes no estrangeiro, para trabalharem em Angola. Mas lembrando que se for angolano branco e mestiço, será tido por estrangeiro.

 

A nível interno, empregar os licenciados desempregados, nas áreas em que não tivermos capacidade buscamos os estrangeiros.

 

Porque estes terão direito a transporte e ficam alojados na chamada casa de passagem, onde seria para um nacional, esta decisão cria revoltas para muitos angolano.

 

No caso específico de Angola, tem enviado angolanos no exterior desde 1975, onde estudam nas melhores universidades. Uma outra hipóteses, será a fuga ou permanência destes quadros nacionais no exterior?

 

Numa outra hipótese a falta de políticas favorável para estes quadros nacionais. No caso de Cuba, na véspera da revolução cubana, perderam muitos quadros que imigram para Miam (E.U.A), ficaram com poucos quadros, mas conseguiram atingir um desenvolvimento que levar a exportar recursos humanos para o mundo, mas Angola não consegue, por quê?

 

Conclusão

Esta abordagem cria entorno vários paradoxos, a saber:

  • Se há falta de divisas no país, como será pago os estrangeiros? Com isso mostra uma maneira do Governo angolano tirar dividendos.
  • O Governo angolano não reconhece o nacional e os veem de incapacitados.
  • Como ficará o caso dos licenciados nacionais desempregados?

Esta pesquisa deixa muitas lacunas para ser respondida, muitas delas não concordamos na sua abordagem, esperemos um esclarecimento com maior brevidade.

Referências Bibliográficas

Nova Gazeta. (2018). Professores contra o Acordo com Cabo Verde. Luanda: Nova Gazeta.

 

[1] Graduado no Curso de Administração Pública, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais (CIS), evandro.amaral2015@hotmail.com; 

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